{"id":2691,"date":"2025-05-16T19:27:17","date_gmt":"2025-05-16T22:27:17","guid":{"rendered":"https:\/\/blog.simuladosanac.com\/?p=2691"},"modified":"2025-05-16T21:17:59","modified_gmt":"2025-05-17T00:17:59","slug":"regulamentacao-da-profissao-do-aeronauta-guia-completo-para-provas-da-anac-e-processos-seletivos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/regulamentacao-da-profissao-do-aeronauta-guia-completo-para-provas-da-anac-e-processos-seletivos\/","title":{"rendered":"Regulamenta\u00e7\u00e3o da Profiss\u00e3o do Aeronauta: Guia Completo para Provas da ANAC e Processos Seletivos"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"wp-block-heading\">Introdu&#xE7;&#xE3;o<\/h2>\n\n\n\n<p>A Lei do Aeronauta (Lei 13.475\/2017) &#xE9; um dos pilares fundamentais para quem deseja seguir carreira na avia&#xE7;&#xE3;o civil brasileira. Este regulamento estabelece normas, direitos e deveres dos profissionais da avia&#xE7;&#xE3;o, sendo uma das mat&#xE9;rias mais cobradas tanto nas provas da ANAC quanto nos processos seletivos das companhias a&#xE9;reas. Seu conhecimento &#xE9; indispens&#xE1;vel n&#xE3;o apenas para aprova&#xE7;&#xE3;o nos exames, mas tamb&#xE9;m para o exerc&#xED;cio profissional, pois o aeronauta que infringe a lei tamb&#xE9;m pode ser penalizado, n&#xE3;o apenas a empresa. Este artigo apresenta um guia completo sobre a regulamenta&#xE7;&#xE3;o da profiss&#xE3;o, ideal para estudantes e candidatos a posi&#xE7;&#xF5;es na avia&#xE7;&#xE3;o civil.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Defini&#xE7;&#xE3;o de Aeronauta e Categorias Profissionais<\/h2>\n\n\n\n<p>Aeronauta &#xE9; a categoria profissional &#xE0; qual pertencem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Piloto de aeronave<\/li>\n\n\n\n<li>Mec&#xE2;nico de voo<\/li>\n\n\n\n<li>Comiss&#xE1;rio de voo<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para ser considerado aeronauta, o profissional deve ser remunerado pelo exerc&#xED;cio da fun&#xE7;&#xE3;o. A categoria &#xE9; privativa de brasileiros natos ou naturalizados, motivo pelo qual as empresas geralmente exigem passaporte brasileiro v&#xE1;lido.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Designa&#xE7;&#xE3;o dos Tripulantes<\/h2>\n\n\n\n<p>As designa&#xE7;&#xF5;es oficiais dos tripulantes s&#xE3;o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o de voo<\/strong>: pilotos e mec&#xE2;nicos de voo<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o de cabine<\/strong>: comiss&#xE1;rios de voo<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>&#xC9; importante destacar que termos como &#x201C;tripula&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica&#x201D; ou &#x201C;tripula&#xE7;&#xE3;o comercial&#x201D; n&#xE3;o existem mais na legisla&#xE7;&#xE3;o atual, embora ainda sejam usados coloquialmente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tripulante Extra a Servi&#xE7;o<\/h2>\n\n\n\n<p>&#xC9; o tripulante que se desloca a servi&#xE7;o, sem exercer fun&#xE7;&#xE3;o a bordo. Est&#xE1; uniformizado e pronto para assumir voo em outro local, mas viaja como passageiro. No caso de aeronaves de transporte de passageiros, ele ocupa assento na cabine de passageiros. Em aeronaves de carga, pode ocupar o jump seat (assentos dobr&#xE1;veis destinados &#xE0; tripula&#xE7;&#xE3;o).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Servi&#xE7;os A&#xE9;reos dos Aeronautas<\/h2>\n\n\n\n<p>De acordo com o artigo 5&#xBA; da Lei do Aeronauta, os servi&#xE7;os a&#xE9;reos s&#xE3;o divididos em:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Transporte a&#xE9;reo p&#xFA;blico regular e n&#xE3;o regular<\/strong> (exceto t&#xE1;xi a&#xE9;reo):\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Empresas como LATAM, Gol, Azul (RBAC 121)<\/li>\n\n\n\n<li>Voos com hor&#xE1;rios estabelecidos (regulares) ou fretados (n&#xE3;o regulares)<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Transporte a&#xE9;reo p&#xFA;blico n&#xE3;o regular na modalidade t&#xE1;xi a&#xE9;reo<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Empresas de t&#xE1;xi a&#xE9;reo (RBAC 135)<\/li>\n\n\n\n<li>Transporte sob demanda, n&#xE3;o de massa<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Servi&#xE7;os de instru&#xE7;&#xE3;o de voo<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Aeroclubes e escolas de avia&#xE7;&#xE3;o pr&#xE1;tica<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Demais servi&#xE7;os especializados<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Fotografia a&#xE9;rea, paraquedismo e outros servi&#xE7;os espec&#xED;ficos<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Servi&#xE7;o a&#xE9;reo privado<\/strong>:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Uso de aeronave pr&#xF3;pria para benef&#xED;cio pr&#xF3;prio<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Comiss&#xE1;rios de Voo Estrangeiros<\/h2>\n\n\n\n<p>As empresas brasileiras, quando estiverem prestando servi&#xE7;o a&#xE9;reo internacional, poder&#xE3;o utilizar comiss&#xE1;rios de voo estrangeiros, desde que o n&#xFA;mero destes n&#xE3;o exceda 1\/3 dos comiss&#xE1;rios a bordo da mesma aeronave.<\/p>\n\n\n\n<p>Todas as empresas de transporte a&#xE9;reo p&#xFA;blico (exceto t&#xE1;xi a&#xE9;reo) operando voos dom&#xE9;sticos em territ&#xF3;rio brasileiro devem ter seu quadro de tripulantes composto exclusivamente por brasileiros natos ou naturalizados, com contrato de trabalho regido pela legisla&#xE7;&#xE3;o brasileira.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Fun&#xE7;&#xF5;es a Bordo<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tripulantes de Voo<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Comandante<\/strong>: piloto respons&#xE1;vel pela opera&#xE7;&#xE3;o e seguran&#xE7;a da aeronave. &#xC9; o preposto (representante legal) do operador da aeronave durante toda a viagem.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Copiloto<\/strong>: auxiliar do comandante nas opera&#xE7;&#xF5;es da aeronave e substituto eventual do comandante nas tripula&#xE7;&#xF5;es simples.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mec&#xE2;nico de voo<\/strong>: auxiliar do comandante, encarregado da opera&#xE7;&#xE3;o e controle dos sistemas diversos conforme especificado nos manuais t&#xE9;cnicos da aeronave.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Comiss&#xE1;rios de Voo<\/h3>\n\n\n\n<p>S&#xE3;o auxiliares do comandante, encarregados da seguran&#xE7;a e do atendimento aos passageiros, da guarda de bagagens, documentos, valores e malas postais, e de outras tarefas delegadas pelo comandante.<\/p>\n\n\n\n<p>A guarda de valores s&#xF3; &#xE9; atribu&#xED;da se houver local apropriado e seguro na aeronave, sendo responsabilidade da empresa atestar essa seguran&#xE7;a. A guarda de cargas e malas postais em terra s&#xF3; ser&#xE1; confiada aos comiss&#xE1;rios quando no local n&#xE3;o existir servi&#xE7;o pr&#xF3;prio para essa finalidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tripula&#xE7;&#xE3;o<\/h2>\n\n\n\n<p>A tripula&#xE7;&#xE3;o &#xE9; o conjunto de tripulantes de voo e de cabine em fun&#xE7;&#xE3;o a bordo. Importante notar que:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>O tripulante n&#xE3;o pode exercer simultaneamente mais de uma fun&#xE7;&#xE3;o a bordo.<\/li>\n\n\n\n<li>Os membros da tripula&#xE7;&#xE3;o s&#xE3;o subordinados t&#xE9;cnica e disciplinarmente ao comandante durante toda a viagem.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Classifica&#xE7;&#xE3;o da Tripula&#xE7;&#xE3;o<\/h3>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima<\/strong>: consta na certifica&#xE7;&#xE3;o de tipo da aeronave, permitida em voos locais de instru&#xE7;&#xE3;o, de experi&#xEA;ncia, de vistoria e de translado. &#xC9; o m&#xED;nimo de tripulantes necess&#xE1;rios para que a aeronave funcione (geralmente comandante e copiloto).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o simples<\/strong>: constitu&#xED;da de uma tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima acrescida dos tripulantes necess&#xE1;rios &#xE0; realiza&#xE7;&#xE3;o do voo (comiss&#xE1;rios). Para aeronaves com mais de 19 assentos, &#xE9; obrigat&#xF3;rio ter pelo menos um comiss&#xE1;rio de voo, sendo um comiss&#xE1;rio para cada 50 passageiros.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o composta<\/strong>: constitu&#xED;da de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples acrescida de um comandante, de um mec&#xE2;nico de voo (quando o avi&#xE3;o necessitar) e de, no m&#xED;nimo, 25% do n&#xFA;mero de comiss&#xE1;rios de voo. A tripula&#xE7;&#xE3;o composta somente poder&#xE1; ser utilizada em voos internacionais, exceto nas seguintes situa&#xE7;&#xF5;es em voos dom&#xE9;sticos:\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Para atender atrasos ocasionados por condi&#xE7;&#xF5;es meteorol&#xF3;gicas desfavor&#xE1;veis ou trabalhos de manuten&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o programados<\/li>\n\n\n\n<li>Quando definido em conven&#xE7;&#xE3;o ou acordo coletivo de trabalho (RBAC 121)<\/li>\n\n\n\n<li>Em atendimento para miss&#xE3;o humanit&#xE1;ria, transporte de enfermos ou &#xF3;rg&#xE3;os para transplante (RBAC 135)<\/li>\n<\/ul>\n<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento<\/strong>: constitu&#xED;da de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples acrescida de um comandante, um copiloto, um mec&#xE2;nico de voo (quando necess&#xE1;rio) e, no m&#xED;nimo, 50% do n&#xFA;mero de comiss&#xE1;rios. A tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento s&#xF3; pode ser empregada em voos internacionais.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p>Um tipo de tripula&#xE7;&#xE3;o s&#xF3; pode ser transformado na origem do voo (nunca no meio) e at&#xE9; o limite de 3 horas contadas a partir da apresenta&#xE7;&#xE3;o da tripula&#xE7;&#xE3;o previamente escalada. A contagem de tempo para limite de jornada ser&#xE1; a partir da hora de apresenta&#xE7;&#xE3;o da tripula&#xE7;&#xE3;o original ou do tripulante de refor&#xE7;o, considerado o que ocorrer primeiro.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Base Contratual<\/h2>\n\n\n\n<p>Base contratual &#xE9; a matriz ou filial onde o contrato de trabalho estiver registrado. Ser&#xE1; fornecido transporte gratuito sempre que se iniciar ou finalizar uma programa&#xE7;&#xE3;o de voo em aeroporto situado a mais de 50 km do aeroporto definido como base contratual.<\/p>\n\n\n\n<p>O tempo de deslocamento entre o aeroporto base contratual e o aeroporto designado para o in&#xED;cio do voo ser&#xE1; computado na jornada de trabalho e n&#xE3;o ser&#xE1; remunerado. No caso de viagem que termine em aeroporto diferente do da base contratual e situado a mais de 50 km, o repouso m&#xED;nimo regulamentar ser&#xE1; acrescido de, no m&#xED;nimo, 2 horas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Escala de Trabalho<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">RBAC 121 (LATAM, Gol, Azul, VoePass)<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Escala m&#xED;nima mensal<\/li>\n\n\n\n<li>Divulgada com anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de 5 dias<\/li>\n\n\n\n<li>Vedada a consigna&#xE7;&#xE3;o de situa&#xE7;&#xF5;es de trabalho e hor&#xE1;rios n&#xE3;o definidos<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Em 4 meses do ano no servi&#xE7;o de passageiros e para voos exclusivamente cargueiros durante todo o ano, as empresas est&#xE3;o autorizadas a divulgar escala semanal com anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de 2 dias para a primeira semana de cada m&#xEA;s e de 7 dias para as semanas subsequentes.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Demais RBAC (T&#xE1;xi A&#xE9;reo, Instru&#xE7;&#xE3;o)<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Escala m&#xED;nima semanal<\/li>\n\n\n\n<li>Divulgada com anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de 2 dias<\/li>\n\n\n\n<li>Vedada a consigna&#xE7;&#xE3;o de situa&#xE7;&#xF5;es de trabalho e hor&#xE1;rios n&#xE3;o definidos<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A escala de todos os RBAC obedecer&#xE1; ao princ&#xED;pio da equidade para que n&#xE3;o haja discrimina&#xE7;&#xE3;o entre os tripulantes com qualifica&#xE7;&#xF5;es id&#xEA;nticas, salvo empresas que adotem crit&#xE9;rios espec&#xED;ficos estabelecidos em acordo coletivo de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Acomoda&#xE7;&#xF5;es para Descanso<\/h2>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tripula&#xE7;&#xE3;o Composta<\/h3>\n\n\n\n<p>Ser&#xE1; assegurado o n&#xFA;mero de acomoda&#xE7;&#xF5;es para descanso a bordo igual ao n&#xFA;mero de tripulantes somados &#xE0; tripula&#xE7;&#xE3;o simples. Estas acomoda&#xE7;&#xF5;es devem ser de classe 2.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Tripula&#xE7;&#xE3;o de Revezamento<\/h3>\n\n\n\n<p>Ser&#xE1; assegurado o n&#xFA;mero de acomoda&#xE7;&#xF5;es para descanso a bordo igual &#xE0; metade do valor total de tripulantes. Estas acomoda&#xE7;&#xF5;es devem ser de classe 1.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Tipos de acomoda&#xE7;&#xE3;o:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Acomoda&#xE7;&#xE3;o classe 1<\/strong>: uma cama que permite dormir na posi&#xE7;&#xE3;o horizontal, separada da cabine de comando e da cabine de passageiros, com temperatura e ilumina&#xE7;&#xE3;o controladas, isolada quanto ao som e perturba&#xE7;&#xE3;o (tamb&#xE9;m chamada de &#x201C;sarc&#xF3;fago&#x201D;).<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Acomoda&#xE7;&#xE3;o classe 2<\/strong>: um assento na pr&#xF3;pria cabine de passageiros, que recline 45&#xBA; ou mais, com largura m&#xED;nima de 50 cm (20 polegadas), com suporte para pernas e p&#xE9;s na posi&#xE7;&#xE3;o reclinada, cortina para escurecimento e razoavelmente livre de perturba&#xE7;&#xF5;es (assento de classe executiva).<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Limites de Horas de Voo e Pousos<\/h2>\n\n\n\n<p>A hora de voo (tempo de voo) &#xE9; o per&#xED;odo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Para avi&#xF5;es (aeronave de asa fixa): desde o in&#xED;cio do deslocamento at&#xE9; a sua imobiliza&#xE7;&#xE3;o<\/li>\n\n\n\n<li>Para helic&#xF3;pteros (aeronave de asa rotativa): desde a partida dos motores at&#xE9; o desligamento<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Limites para RBAC 121 (Avia&#xE7;&#xE3;o Regular)<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima ou simples<\/strong>: 8 horas de voo e 4 pousos<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o composta<\/strong>: 11 horas de voo e 5 pousos<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento<\/strong>: 14 horas de voo e 4 pousos<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o de helic&#xF3;pteros<\/strong>: 7 horas (sem limite de pousos)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Limites para Demais RBAC<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima ou simples<\/strong>: 9:30 horas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o composta<\/strong>: 12 horas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento<\/strong>: 16 horas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o de helic&#xF3;pteros<\/strong>: 8 horas<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Acr&#xE9;scimo de Pousos<\/h3>\n\n\n\n<p>O n&#xFA;mero de pousos para tripula&#xE7;&#xF5;es m&#xED;nimas e simples poder&#xE1; ser aumentado em mais um, desde que se acrescentem duas horas de repouso antes. Em caso de desvio para aeroporto de alternativa, ser&#xE1; permitido o acr&#xE9;scimo de mais um pouso aos limites estabelecidos.<\/p>\n\n\n\n<p>As tripula&#xE7;&#xF5;es m&#xED;nimas e simples que operam aeronaves convencionais e turbo&#xE9;lice poder&#xE3;o ter o limite de pousos aumentado em mais dois pousos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Limites Mensais e Anuais de Horas de Voo<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Jato<\/strong>: 80 horas mensais \/ 800 horas anuais<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Turbo&#xE9;lice<\/strong>: 85 horas mensais \/ 850 horas anuais<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Convencional<\/strong>: 100 horas mensais \/ 960 horas anuais<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Helic&#xF3;ptero<\/strong>: 90 horas mensais \/ 930 horas anuais<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quando os tripulantes operarem diferentes tipos de aeronaves, o limite inferior ser&#xE1; respeitado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Jornada de Trabalho<\/h2>\n\n\n\n<p>A jornada &#xE9; a dura&#xE7;&#xE3;o do trabalho contada entre a hora da apresenta&#xE7;&#xE3;o no local de trabalho e a hora em que ele &#xE9; encerrado. Fora da base contratual, a jornada ser&#xE1; contada a partir da hora de apresenta&#xE7;&#xE3;o do tripulante no local estabelecido pelo empregador.<\/p>\n\n\n\n<p>A apresenta&#xE7;&#xE3;o ter&#xE1; anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de 30 minutos para o in&#xED;cio do voo. A jornada ser&#xE1; considerada encerrada 30 minutos ap&#xF3;s a parada final dos motores no caso de voos dom&#xE9;sticos e 45 minutos ap&#xF3;s a parada final dos motores para voos internacionais.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Limites de Jornada<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima ou simples (RBAC 121)<\/strong>: 9 horas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima ou simples (Demais RBAC)<\/strong>: 11 horas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o composta (RBAC 121)<\/strong>: 12 horas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o composta (Demais RBAC)<\/strong>: 14 horas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento (RBAC 121)<\/strong>: 16 horas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento (Demais RBAC)<\/strong>: 18 horas<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Hora de Trabalho Noturno<\/h3>\n\n\n\n<p>Para efeito de jornada, a hora de trabalho noturno ser&#xE1; computada como de 52 minutos e 30 segundos (52,5 minutos). Isso significa que 7 horas trabalhadas &#xE0; noite contam como 8 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>O trabalho noturno &#xE9;:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Em terra: entre as 22 horas de um dia e as 5 horas da manh&#xE3; do dia seguinte, considerando o hor&#xE1;rio local<\/li>\n\n\n\n<li>Em voo: entre as 18 horas de um dia e as 6 horas da manh&#xE3; do dia seguinte, considerando o fuso hor&#xE1;rio oficial da base contratual<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Amplia&#xE7;&#xE3;o da Jornada<\/h3>\n\n\n\n<p>Os limites de jornada poder&#xE3;o ser ampliados em 60 minutos a crit&#xE9;rio exclusivo do comandante da aeronave nos seguintes casos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Inexist&#xEA;ncia, em local de escala regular, de acomoda&#xE7;&#xF5;es apropriadas para o repouso da tripula&#xE7;&#xE3;o e dos passageiros<\/li>\n\n\n\n<li>Espera demasiadamente longa fora da base contratual ocasionada por condi&#xE7;&#xF5;es meteorol&#xF3;gicas desfavor&#xE1;veis ou por trabalho de manuten&#xE7;&#xE3;o n&#xE3;o programado<\/li>\n\n\n\n<li>Por imperiosa necessidade decorrente de cat&#xE1;strofe ou problema de infraestrutura que n&#xE3;o configure caso de falha ou falta administrativa na empresa<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Qualquer amplia&#xE7;&#xE3;o dos limites da jornada dever&#xE1; ser comunicada pelo comandante ao empregador em no m&#xE1;ximo 24 horas ap&#xF3;s a viagem, e o empregador tem prazo de 15 dias para comunicar &#xE0; ANAC, com a devida comprova&#xE7;&#xE3;o.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Limites Semanal e Mensal<\/h3>\n\n\n\n<p>A dura&#xE7;&#xE3;o do trabalho dos tripulantes n&#xE3;o exceder&#xE1;:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>44 horas semanais<\/li>\n\n\n\n<li>176 horas mensais<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Nestes limites est&#xE3;o computados os tempos de jornada, servi&#xE7;os em terra durante a viagem, reserva, 1\/3 de sobreaviso, deslocamento como tripulante extra a servi&#xE7;o, adestramento em simulador, cursos presenciais ou a dist&#xE2;ncia, treinamento, reuni&#xF5;es e outros servi&#xE7;os em terra quando escalados pela empresa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Madrugadas Consecutivas<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Limite m&#xE1;ximo de duas madrugadas consecutivas de trabalho<\/li>\n\n\n\n<li>Limite de quatro madrugadas totais no per&#xED;odo de 168 horas consecutivas (contadas desde a apresenta&#xE7;&#xE3;o do tripulante)<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O tripulante poder&#xE1; ser escalado na terceira madrugada consecutiva desde que como tripulante extra, em voo de retorno &#xE0; base contratual e encerramento da jornada de trabalho. Neste caso, &#xE9; vedada a escala&#xE7;&#xE3;o do tripulante para compor tripula&#xE7;&#xE3;o no per&#xED;odo que antecede a terceira madrugada consecutiva na mesma jornada de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Para &#x201C;resetar&#x201D; a contagem de madrugadas, o tripulante deve ter um per&#xED;odo m&#xED;nimo de 48 horas livre de qualquer atividade.<\/p>\n\n\n\n<p>Entende-se como madrugada o per&#xED;odo total ou parcial entre 0 hora e 6 horas, considerado o fuso hor&#xE1;rio oficial da base contratual do tripulante.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Sobreaviso<\/h2>\n\n\n\n<p>Sobreaviso &#xE9; o per&#xED;odo n&#xE3;o inferior a 3 horas e n&#xE3;o excedente a 12 horas em que o tripulante permanece em local de sua escolha &#xE0; disposi&#xE7;&#xE3;o do empregador, devendo apresentar-se no prazo de at&#xE9; 90 minutos ap&#xF3;s a comunica&#xE7;&#xE3;o de nova tarefa.<\/p>\n\n\n\n<p>Em munic&#xED;pio ou conurba&#xE7;&#xE3;o com dois ou mais aeroportos, o tripulante designado para aeroporto diferente da base contratual ter&#xE1; 150 minutos para apresenta&#xE7;&#xE3;o ap&#xF3;s receber comunica&#xE7;&#xE3;o de nova tarefa.<\/p>\n\n\n\n<p>O valor das horas de sobreaviso ser&#xE1; 1\/3 do valor da hora de voo. Caso o tripulante seja convocado, o tempo remunerado ser&#xE1; entre o in&#xED;cio do sobreaviso e o in&#xED;cio do deslocamento. Se n&#xE3;o for convocado durante o sobreaviso, o repouso m&#xED;nimo de 8 horas dever&#xE1; ser respeitado antes do in&#xED;cio de nova tarefa.<\/p>\n\n\n\n<p>O tripulante do RBAC 121 ter&#xE1; no m&#xE1;ximo 8 sobreavisos mensais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Reserva<\/h2>\n\n\n\n<p>Reserva &#xE9; o per&#xED;odo em que o tripulante permanece &#xE0; disposi&#xE7;&#xE3;o no local de trabalho. O valor da hora de reserva ser&#xE1; o mesmo da hora de voo.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>RBAC 121<\/strong>: dura&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima de 3 horas e m&#xE1;xima de 6 horas<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Demais RBAC<\/strong>: dura&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima de 3 horas e m&#xE1;xima de 10 horas<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A reserva por prazo superior a 3 horas dever&#xE1; dispor de poltronas em sala espec&#xED;fica com controle de temperatura, em local diferente do destinado ao p&#xFA;blico.<\/p>\n\n\n\n<p>Para efeito de remunera&#xE7;&#xE3;o, caso o tripulante seja acionado, ser&#xE1; considerado o tempo de reserva o per&#xED;odo compreendido entre o in&#xED;cio da reserva e o in&#xED;cio do voo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Viagem<\/h2>\n\n\n\n<p>Viagem &#xE9; o trabalho realizado pelo tripulante, contado desde a sa&#xED;da de sua base contratual at&#xE9; o seu regresso. Uma viagem pode compreender uma ou mais jornadas.<\/p>\n\n\n\n<p>O tripulante poder&#xE1; cumprir uma combina&#xE7;&#xE3;o de voos passando por sua base contratual sem ser dispensado do servi&#xE7;o, desde que a programa&#xE7;&#xE3;o obede&#xE7;a &#xE0; escala previamente publicada.<\/p>\n\n\n\n<p>O empregador poder&#xE1; exigir do tripulante complementa&#xE7;&#xE3;o de voo quando fora da base contratual para atender &#xE0; realiza&#xE7;&#xE3;o de servi&#xE7;os inadi&#xE1;veis. Contudo, o empregador n&#xE3;o poder&#xE1; exigir do tripulante complementa&#xE7;&#xE3;o de voo ou qualquer outra atividade ao final da viagem por ocasi&#xE3;o do retorno &#xE0; base contratual, sendo facultada ao tripulante a aceita&#xE7;&#xE3;o, n&#xE3;o cabendo qualquer tipo de penalidade em caso de recusa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Repouso<\/h2>\n\n\n\n<p>Repouso &#xE9; o per&#xED;odo ininterrupto ap&#xF3;s uma jornada em que o tripulante fica desobrigado de qualquer servi&#xE7;o. &#xC9; assegurada ao tripulante fora de sua base contratual acomoda&#xE7;&#xE3;o adequada para repouso (quarto individual com banheiro privativo, condi&#xE7;&#xF5;es adequadas de higiene, seguran&#xE7;a, ru&#xED;do, controle de temperatura e luminosidade) e transporte entre o aeroporto e o local de repouso.<\/p>\n\n\n\n<p>O per&#xED;odo de repouso ser&#xE1; computado a partir da coloca&#xE7;&#xE3;o do transporte &#xE0; disposi&#xE7;&#xE3;o da tripula&#xE7;&#xE3;o. O tempo m&#xED;nimo de repouso ter&#xE1; dura&#xE7;&#xE3;o relacionada ao tempo da jornada anterior:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>12 horas de repouso ap&#xF3;s jornada de at&#xE9; 12 horas<\/li>\n\n\n\n<li>16 horas de repouso ap&#xF3;s jornada de mais de 12 horas at&#xE9; 15 horas<\/li>\n\n\n\n<li>24 horas de repouso ap&#xF3;s jornada de mais de 15 horas<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quando ocorrer cruzamento de tr&#xEA;s ou mais fusos hor&#xE1;rios em um dos sentidos da viagem, o tripulante ter&#xE1;, na base contratual, repouso acrescido de 2 horas por fuso cruzado.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Folga<\/h2>\n\n\n\n<p>Folga &#xE9; o per&#xED;odo n&#xE3;o inferior a 24 horas consecutivas em que o tripulante, em sua base contratual, est&#xE1; desobrigado de qualquer atividade relacionada ao seu trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>A folga dever&#xE1; ter in&#xED;cio, no m&#xE1;ximo, ap&#xF3;s o sexto per&#xED;odo consecutivo de at&#xE9; 24 horas, contado a partir da apresenta&#xE7;&#xE3;o do tripulante, observados os limites da dura&#xE7;&#xE3;o da jornada de trabalho e do repouso.<\/p>\n\n\n\n<p>Os per&#xED;odos de repouso m&#xED;nimo regulamentar dever&#xE3;o estar contidos nos seis per&#xED;odos consecutivos de 24 horas. No caso de voos internacionais de longo curso, o limite poder&#xE1; ser ampliado em 36 horas, ficando o empregador obrigado a conceder ao tripulante mais dois per&#xED;odos de folga no mesmo m&#xEA;s em que o voo for realizado, al&#xE9;m das folgas previstas.<\/p>\n\n\n\n<p>A folga s&#xF3; ter&#xE1; in&#xED;cio ap&#xF3;s a conclus&#xE3;o do repouso da jornada, e seus hor&#xE1;rios de in&#xED;cio e t&#xE9;rmino ser&#xE3;o definidos em escala previamente publicada.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">Quantidade de Folgas<\/h3>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Tripulantes RBAC 121<\/strong>: n&#xFA;mero mensal de folgas n&#xE3;o inferior a 10, das quais pelo menos duas dever&#xE3;o compreender um s&#xE1;bado e um domingo consecutivos. A primeira dessas deve ter in&#xED;cio at&#xE9; o meio-dia do s&#xE1;bado.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tripulantes demais RBAC<\/strong>: n&#xFA;mero mensal de folgas n&#xE3;o inferior a 8, das quais pelo menos duas dever&#xE3;o compreender um s&#xE1;bado e um domingo consecutivos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Quando o tripulante concorrer parcialmente &#xE0; escala de servi&#xE7;o no m&#xEA;s (por motivo de f&#xE9;rias ou afastamento), aplica-se a proporcionalidade do n&#xFA;mero de dias trabalhados ao n&#xFA;mero de folgas a serem concedidas, com aproxima&#xE7;&#xE3;o para o inteiro superior.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Remunera&#xE7;&#xE3;o<\/h2>\n\n\n\n<p>A remunera&#xE7;&#xE3;o do tripulante corresponde &#xE0; soma das quantias por ele percebidas da empresa. N&#xE3;o integram a remunera&#xE7;&#xE3;o as import&#xE2;ncias pagas pela empresa a t&#xED;tulo de ajuda de custo, assim como as di&#xE1;rias de hospedagem, alimenta&#xE7;&#xE3;o e transporte.<\/p>\n\n\n\n<p>A remunera&#xE7;&#xE3;o dos tripulantes poder&#xE1; ser fixa ou constitu&#xED;da por parcela fixa e parcela vari&#xE1;vel. A parcela vari&#xE1;vel ser&#xE1; obrigatoriamente calculada com base nas horas de voo para o tripulante RBAC 121.<\/p>\n\n\n\n<p>O per&#xED;odo de tempo em solo entre as etapas de voo em uma mesma jornada ser&#xE1; remunerado. A empresa pagar&#xE1; a remunera&#xE7;&#xE3;o do trabalho n&#xE3;o realizado por motivo alheio &#xE0; vontade do tripulante, se outra atividade equivalente n&#xE3;o lhe for atribu&#xED;da.<\/p>\n\n\n\n<p>Considera-se voo noturno, para efeitos de remunera&#xE7;&#xE3;o, o voo executado entre as 21 horas UTC (18 horas de Bras&#xED;lia) de um dia e 9 horas UTC (6 horas de Bras&#xED;lia) do dia seguinte. A hora de voo noturno para efeito de remunera&#xE7;&#xE3;o tamb&#xE9;m &#xE9; contada a raz&#xE3;o de 52 minutos e 30 segundos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Alimenta&#xE7;&#xE3;o<\/h2>\n\n\n\n<p>O tripulante ter&#xE1; direito &#xE0; alimenta&#xE7;&#xE3;o em terra ou em voo. O tripulante extra a servi&#xE7;o tamb&#xE9;m ter&#xE1; direito &#xE0; alimenta&#xE7;&#xE3;o.<\/p>\n\n\n\n<p>Em terra, o intervalo para alimenta&#xE7;&#xE3;o do tripulante dever&#xE1; ter dura&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima de 45 minutos e m&#xE1;xima de 60 minutos. Em voo, a alimenta&#xE7;&#xE3;o dever&#xE1; ser servida em intervalos m&#xE1;ximos de 4 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o tripulante de helic&#xF3;ptero, a alimenta&#xE7;&#xE3;o ser&#xE1; servida em terra, com dura&#xE7;&#xE3;o de 60 minutos, per&#xED;odo este que n&#xE3;o ser&#xE1; computado na jornada de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>Nos voos realizados no per&#xED;odo entre 22 horas de um dia e as 6 horas do dia seguinte, dever&#xE1; ser servida uma refei&#xE7;&#xE3;o se a dura&#xE7;&#xE3;o do voo for igual ou superior a 3 horas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#xC9; assegurada alimenta&#xE7;&#xE3;o ao tripulante que esteja de reserva ou em programa&#xE7;&#xE3;o de treinamento entre 12 horas e 14 horas e entre as 19 e as 21 horas, em intervalo com dura&#xE7;&#xE3;o de 60 minutos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Assist&#xEA;ncia M&#xE9;dica e Uniformes<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao tripulante em servi&#xE7;o fora da base contratual, o empregador dever&#xE1; assegurar e custear, em casos de urg&#xEA;ncia, assist&#xEA;ncia m&#xE9;dica e remo&#xE7;&#xE3;o por via a&#xE9;rea para retorno &#xE0; base ou ao local de tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p>O tripulante receber&#xE1; gratuitamente da empresa as pe&#xE7;as de uniforme e os equipamentos exigidos para o exerc&#xED;cio de sua atividade profissional. N&#xE3;o ser&#xE3;o considerados como sal&#xE1;rio os vestu&#xE1;rios, equipamentos e outros acess&#xF3;rios fornecidos ao tripulante para a realiza&#xE7;&#xE3;o do respectivo servi&#xE7;o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">F&#xE9;rias<\/h2>\n\n\n\n<p>As f&#xE9;rias anuais do tripulante ser&#xE3;o de 30 dias consecutivos e ser&#xE3;o comunicadas ao tripulante com anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de 30 dias. Mediante acordo coletivo, as f&#xE9;rias poder&#xE3;o ser fracionadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A empresa manter&#xE1; quadro atualizado de f&#xE9;rias, devendo existir rod&#xED;zio entre os tripulantes do mesmo equipamento quando houver concess&#xE3;o nos meses de janeiro, fevereiro, julho e dezembro.<\/p>\n\n\n\n<p>A remunera&#xE7;&#xE3;o das f&#xE9;rias e o 13&#xBA; sal&#xE1;rio do aeronauta s&#xE3;o calculados pela m&#xE9;dia da remunera&#xE7;&#xE3;o no per&#xED;odo aquisitivo. O pagamento da remunera&#xE7;&#xE3;o das f&#xE9;rias ser&#xE1; realizado at&#xE9; dois dias antes do seu in&#xED;cio.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Certificado M&#xE9;dico e Habilita&#xE7;&#xE3;o T&#xE9;cnica<\/h2>\n\n\n\n<p>&#xC9; de responsabilidade do empregador na empresa a&#xE9;rea o custeio do certificado m&#xE9;dico e de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica de seus tripulantes, sendo responsabilidade do tripulante manter em dia o seu CMA.<\/p>\n\n\n\n<p>Cabe ao empregador o controle da validade do CMA e de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica para que sejam programadas na escala de servi&#xE7;o do tripulante as datas e, quando necess&#xE1;rio, as dispensas para a realiza&#xE7;&#xE3;o dos exames necess&#xE1;rios para a revalida&#xE7;&#xE3;o.<\/p>\n\n\n\n<p>&#xC9; dever do empregador o pagamento ou reembolso dos valores pagos pelo tripulante para revalida&#xE7;&#xE3;o do CMA e de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica, bem como os valores referentes a exames de profici&#xEA;ncia lingu&#xED;stica e a eventuais taxas relativas a documentos necess&#xE1;rios ao exerc&#xED;cio de suas fun&#xE7;&#xF5;es contratuais.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Transfer&#xEA;ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>Para efeito de transfer&#xEA;ncia, considera-se base do tripulante a localidade onde ele est&#xE1; obrigado a prestar servi&#xE7;o.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Transfer&#xEA;ncia provis&#xF3;ria<\/strong>: deslocamento do tripulante de sua base por per&#xED;odo m&#xED;nimo de 30 dias e n&#xE3;o superior a 120 dias, seguido de retorno &#xE0; sua base t&#xE3;o logo cesse a incumb&#xEA;ncia que lhe foi atribu&#xED;da.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Transfer&#xEA;ncia permanente<\/strong>: deslocamento do tripulante de sua base por per&#xED;odo superior a 120 dias com mudan&#xE7;a de domic&#xED;lio.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Os interst&#xED;cios (per&#xED;odos de tempo) entre transfer&#xEA;ncias s&#xE3;o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Entre duas transfer&#xEA;ncias provis&#xF3;rias: 180 dias<\/li>\n\n\n\n<li>Entre duas transfer&#xEA;ncias permanentes: 2 anos<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>O tripulante dever&#xE1; ser notificado pelo empregador com anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de 60 dias na transfer&#xEA;ncia permanente e 15 dias na transfer&#xEA;ncia provis&#xF3;ria.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conclus&#xE3;o<\/h2>\n\n\n\n<p>A Lei do Aeronauta (Lei 13.475\/2017) regulamenta de forma abrangente a profiss&#xE3;o dos aeronautas no Brasil, estabelecendo direitos, deveres e limita&#xE7;&#xF5;es para garantir condi&#xE7;&#xF5;es adequadas de trabalho e seguran&#xE7;a operacional. Este conjunto de regras, que aborda desde limites de horas de voo at&#xE9; quest&#xF5;es de remunera&#xE7;&#xE3;o e transfer&#xEA;ncia, &#xE9; fundamental para o exerc&#xED;cio profissional na avia&#xE7;&#xE3;o civil.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os candidatos a comiss&#xE1;rios de voo e demais profissionais da avia&#xE7;&#xE3;o, o dom&#xED;nio desse conte&#xFA;do &#xE9; essencial n&#xE3;o apenas para aprova&#xE7;&#xE3;o nas provas da ANAC e processos seletivos das companhias a&#xE9;reas, mas tamb&#xE9;m para uma carreira bem-sucedida no setor. A lei protege tanto os tripulantes quanto os passageiros, estabelecendo par&#xE2;metros que equilibram a operacionalidade do transporte a&#xE9;reo com as necessidades humanas da tripula&#xE7;&#xE3;o.<\/p>\n\n\n\n<p>Lembre-se que o conhecimento da Lei do Aeronauta n&#xE3;o &#xE9; apenas uma exig&#xEA;ncia para ingresso na carreira, mas uma responsabilidade cont&#xED;nua do profissional, uma vez que o aeronauta tamb&#xE9;m pode ser penalizado por infra&#xE7;&#xF5;es &#xE0; legisla&#xE7;&#xE3;o, mesmo quando a principal responsabilidade recai sobre a empresa a&#xE9;rea.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Introdu\u00e7\u00e3o A Lei do Aeronauta (Lei 13.475\/2017) \u00e9 um dos pilares fundamentais para quem deseja seguir carreira na avia\u00e7\u00e3o civil brasileira. 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