{"id":687,"date":"2020-05-13T20:43:46","date_gmt":"2020-05-13T20:43:46","guid":{"rendered":"https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/?p=687"},"modified":"2024-07-07T18:47:19","modified_gmt":"2024-07-07T21:47:19","slug":"resumao-anac-regulamentacao-da-aviacao-civil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/resumao-anac-regulamentacao-da-aviacao-civil\/","title":{"rendered":"Resum\u00e3o ANAC (CMS) REGULAMENTA\u00c7\u00c3O DA AVIA\u00c7\u00c3O CIVIL"},"content":{"rendered":"<h3>RESUM&#xC3;O &#x2013; REGULAMENTA&#xC7;&#xC3;O DA AVIA&#xC7;&#xC3;O CIVIL E DA PROFISS&#xC3;O DO AERONAUTA<\/h3>\n<p>Resumo com base nas principais perguntas que j&#xE1; ca&#xED;ram na banca da ANAC.<\/p>\n<div class=\"acf-field acf-field-message acf-field-598fa43ba4a8d\" data-type=\"message\" data-key=\"field_598fa43ba4a8d\">\n<div class=\"acf-input\"><span style=\"color: initial; font-size: revert;\">1. A conven&#xE7;&#xE3;o de Chicago, na qual tomaram parte representante de 54 na&#xE7;&#xF5;es, e que resultou na cria&#xE7;&#xE3;o da OACI, foi realizada em: 1944.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<p>2. Nos termos do artigo 37 da conven&#xE7;&#xE3;o de Chicago, a OACI estabeleceu normas de car&#xE1;ter t&#xE9;cnico em instrumentos denominados: anexos &#xE0; conven&#xE7;&#xE3;o.<br>3. A uniformiza&#xE7;&#xE3;o dos crit&#xE9;rios relativos ao transporte a&#xE9;reo, no que se refere aos documentos de transporte (bilhete de passagem, nota de bagagem, etc) foi conseguida: na conven&#xE7;&#xE3;o de Vars&#xF3;via.<br>4. Assinale a alternativa que N&#xC3;O diz respeito &#xE0; conven&#xE7;&#xE3;o de Vars&#xF3;via: articula&#xE7;&#xF5;es de rotas e m&#xE9;todos comerciais numa rede &#xFA;nica de servi&#xE7;os p&#xFA;blico mundial.<br>5. Estudar os problemas da avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional e estabelecer padr&#xF5;es e regulamentos internacionais para a avia&#xE7;&#xE3;o civil, s&#xE3;o algumas das finalidades da: OACI.<br>6. A OACI estabeleceu normas de car&#xE1;ter t&#xE9;cnico, atrav&#xE9;s de anexos. O que estabelece normas para licenciamento de pessoal &#xE9; o anexo: 1.<br>7. A sigla ONU significa: Organiza&#xE7;&#xE3;o das Na&#xE7;&#xF5;es Unidas.<br>8. A organiza&#xE7;&#xE3;o internacional respons&#xE1;vel pela elabora&#xE7;&#xE3;o de normas e m&#xE9;todos, bem como os procedimentos relativos &#xE0; avia&#xE7;&#xE3;o civil, da qual o Brasil &#xE9; membro, chama-se: ICAO.<br>9. As empresas de transporte a&#xE9;reo latino-americanas criaram em 1980 uma associa&#xE7;&#xE3;o privada, para tratar dos problemas de transporte a&#xE9;reo, tarifas e etc, dentro de sua &#xE1;rea de atua&#xE7;&#xE3;o e denominada: AITAL.<br>10. As normas e recomenda&#xE7;&#xF5;es que foram adotadas pela OACI, como padr&#xE3;o m&#xED;nimo para a concess&#xE3;o de licen&#xE7;as e instru&#xE7;&#xE3;o do pessoal aeron&#xE1;utico (aeronautas e aerovi&#xE1;rios), est&#xE3;o contidas no(a): anexo 1.<br>11. A simplifica&#xE7;&#xE3;o das formalidades aduaneiras, de imigra&#xE7;&#xE3;o e de sa&#xFA;de p&#xFA;blica, no que se refere ao tr&#xE1;fego a&#xE9;reo internacional, bem como o tratamento dos m&#xFA;ltiplos aspectos econ&#xF4;micos do tr&#xE1;fego a&#xE9;reo, seguran&#xE7;a de voo e navega&#xE7;&#xE3;o a&#xE9;rea foi conseguido pela: OACI.<br>12. A OACI tem em sua estrutura, um &#xF3;rg&#xE3;o considerado como o poder m&#xE1;ximo da organiza&#xE7;&#xE3;o. &#xC9; constitu&#xED;do por todos os pa&#xED;ses membros e denominado: assembl&#xE9;ia.<br>13. Em 1945 foi criada a International Air Transport Association (IATA) e sua sede atual fica em: Montreal &#x2013; Canad&#xE1;.<br>14. A IATA, atrav&#xE9;s de seus diversos setores, desenvolve, dentre outras, as seguintes atividades: promove um constante interc&#xE2;mbio de informa&#xE7;&#xF5;es, padroniza&#xE7;&#xF5;es e disciplina de atua&#xE7;&#xE3;o, como por exemplo, publica&#xE7;&#xE3;o de manuais, documentos de transporte de passageiros e carga.<br>15. A sigla FAA significa: Federal Aviation Administration.<br>16. O &#xF3;rg&#xE3;o de assessoramento de alto n&#xED;vel, incumbido de estudar, planejar e coordenar os assuntos que dizem respeito &#xE0; avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional no Brasil: ANAC.<br>17. A organiza&#xE7;&#xE3;o das atividades necess&#xE1;rias ao funcionamento e ao desenvolvimento da avia&#xE7;&#xE3;o civil &#xE9; finalidade atribu&#xED;da ao: Sistema de Avia&#xE7;&#xE3;o Civil (SAC).<br>18. A capacita&#xE7;&#xE3;o profissional, cursos na &#xE1;rea de avia&#xE7;&#xE3;o civil s&#xE3;o coordenados na ANAC pela(s): Superintend&#xEA;ncia de Gest&#xE3;o de Pessoas (SGP).<br>19. O estabelecimento de regras e procedimentos de tr&#xE1;fego a&#xE9;reo cabe ao(a): DECEA.<br>20. Tem por finalidade executar as atividades relacionadas com a avia&#xE7;&#xE3;o civil, nas &#xE1;reas de sua jurisdi&#xE7;&#xE3;o, exercendo a fun&#xE7;&#xE3;o de normalizador e fiscalizador: Unidades Administrativas Regionais.<br>21. A cria&#xE7;&#xE3;o do Sistema de Avia&#xE7;&#xE3;o Civil, foi institu&#xED;da pelo decreto n&#xFA;mero: 65.144, de 12 set 69.<br>22. A autoridade competente em assuntos de avia&#xE7;&#xE3;o civil no Brasil &#xE9; o(a): ANAC.<br>23. Elo executivo do SAC ligado ao COMAER, especializado na homologa&#xE7;&#xE3;o de equipamentos aeron&#xE1;uticos, da fabrica&#xE7;&#xE3;o de pe&#xE7;as e equipamentos, forma&#xE7;&#xE3;o de t&#xE9;cnicos e engenheiros aeron&#xE1;uticos com destino &#xE0; avia&#xE7;&#xE3;o civil, &#xE9; uma das atividades do(a): DCTA.<br>24. SEGUNDO A LEI 13.475\/17, AO CONJUNTO DE TRIPULANTES DE VOO E DE CABINE QUE EXERCEM FUN&#xC7;&#xC3;O A BORDO DE AERONAVE, d&#xE1;-se o nome de: tripula&#xE7;&#xE3;o.<br>25. A empresa p&#xFA;blica vinculada ao Minist&#xE9;rio dos Transportes, Portos e Avia&#xE7;&#xE3;o Civil, que cuida da infraestrutura aeroportu&#xE1;ria dos principais aeroportos do pa&#xED;s, &#xE9; denominada: INFRAERO.<br>26. A sele&#xE7;&#xE3;o e o controle m&#xE9;dico peri&#xF3;dico do pessoal aeronavegante &#xE9; fun&#xE7;&#xE3;o do(a): ANAC.<br>27. Os documentos que habilitam os tripulantes ao exerc&#xED;cio das respectivas fun&#xE7;&#xF5;es s&#xE3;o: licen&#xE7;a, habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica e certificado m&#xE9;dico.<br>28. O exerc&#xED;cio legal das atividades aeron&#xE1;uticas a bordo de aeronaves &#xE9; estabelecido por: licen&#xE7;a de tripulante.<br>29. As condi&#xE7;&#xF5;es especiais, atribui&#xE7;&#xF5;es ou restri&#xE7;&#xF5;es referentes ao exerc&#xED;cio das prerrogativas estabelecidas por uma licen&#xE7;a, se acham especificados: nos certificados de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica (CHT).<br>30. No caso de &#xF3;bito a bordo, o Comandante providenciar&#xE1;, na primeira escala, o comparecimento de autoridade: policial ou m&#xE9;dicos.<br>31. No servi&#xE7;o a&#xE9;reo internacional poder&#xE3;o ser empregados comiss&#xE1;rios estrangeiros at&#xE9; a fra&#xE7;&#xE3;o de: um ter&#xE7;o.<br>32. O comandante poder&#xE1; delegar a outro membro da tripula&#xE7;&#xE3;o as atribui&#xE7;&#xF5;es que lhe competem, menos as que se relacionem com: seguran&#xE7;a de voo.<br>33. Se for comprovado em processo administrativo ou em exame de sa&#xFA;de que o titular de uma licen&#xE7;a n&#xE3;o possui idoneidade profissional ou n&#xE3;o est&#xE1; capacitado para as fun&#xE7;&#xF5;es especificadas, a autoridade aeron&#xE1;utica poder&#xE1;: cassar qualquer dos certificados.<br>34. Sempre que o titular de uma licen&#xE7;a apresentar ind&#xED;cios comprometedores de sua aptid&#xE3;o t&#xE9;cnica ou condi&#xE7;&#xF5;es f&#xED;sicas, poder&#xE1; ser submetido a novos exames t&#xE9;cnicos ou f&#xED;sicos: mesmo que ainda estejam v&#xE1;lidos seus certificados.<br>35. Tripular aeronave com o certificado de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica (CHT) vencido, poder&#xE1; implicar em: multa e interdi&#xE7;&#xE3;o da aeronave.<br>36. O certificado m&#xE9;dico aeron&#xE1;utico (CMA) exigido para que um comiss&#xE1;rio de voo exer&#xE7;a suas prerrogativas &#xE9; o de: 2&#xAA; classe.<br>37. Transportar carga, material perigoso ou proibido sem autoriza&#xE7;&#xE3;o, poder&#xE1; implicar em: multa e interdi&#xE7;&#xE3;o da aeronave.<br>38. O CBA, ao tratar da responsabilidade civil, estabelece que para garantir eventual indeniza&#xE7;&#xE3;o de riscos futuros em rela&#xE7;&#xE3;o a tripulantes, passageiros, carga, entre outros, todo explorador &#xE9; obrigado a: contratar seguro.<br>39. A pr&#xE1;tica de contrabando poder&#xE1; acarretar ao aeronauta infrator, a pena de: cassa&#xE7;&#xE3;o do certificado.<br>40. No caso de suspens&#xE3;o do certificado, o aeronauta ficar&#xE1; impedido de exercer suas fun&#xE7;&#xF5;es por um prazo inicial, de no m&#xE1;ximo: 180 dias.<br>41. Todo transporte em que os pontos de partida, intermedi&#xE1;rio (escala) e de destino que estejam em territ&#xF3;rio nacional, &#xE9; considerado transporte: dom&#xE9;stico.<br>42. Para fins de garantia de responsabilidade, a expedi&#xE7;&#xE3;o ou renova&#xE7;&#xE3;o do certificado de aeronavegabilidade s&#xF3; ocorrer&#xE1; se o propriet&#xE1;rio ou explorador da aeronave comprovar: ter contratado o seguro previsto.<br>43. A cassa&#xE7;&#xE3;o de um CHT depender&#xE1; de um inqu&#xE9;rito administrativo, no curso do qual: ser&#xE1; assegurada ampla defesa do infrator.<br>44. No caso dos tripulantes, as puni&#xE7;&#xF5;es que poder&#xE3;o ocorrer pelo C&#xF3;digo Brasileiro de Aeron&#xE1;utica s&#xE3;o: multa, suspens&#xE3;o e cassa&#xE7;&#xE3;o.<br>45. O lan&#xE7;amento de coisas de bordo de aeronaves, depender&#xE1; de previa permiss&#xE3;o da autoridade aeron&#xE1;utica competente, exceto: nas situa&#xE7;&#xF5;es de emerg&#xEA;ncia.<br>46. No caso de pouso de emerg&#xEA;ncia ou for&#xE7;ado, o propriet&#xE1;rio ou possuidor do solo n&#xE3;o poder&#xE1; opor-se &#xE0; retirada da aeronave ou sua partida, desde que: lhe seja dada garantia de repara&#xE7;&#xE3;o dos danos.<br>47. Salvo permiss&#xE3;o especial, nenhuma aeronave poder&#xE1; voar no espa&#xE7;o a&#xE9;reo brasileiro, aterrissar no territ&#xF3;rio subjacente ou dele decolar, a n&#xE3;o ser que tenha: marcas de matr&#xED;cula e nacionalidade, e esteja munida dos respectivos certificados de matr&#xED;cula e aeronavegabilidade.<br>48. A aeronave &#xE9; considerada da nacionalidade do Estado em que: estiver matriculada.<br>49. Toda aeronave proveniente do exterior far&#xE1; o primeiro pouso ou a &#xFA;ltima decolagem em um aeroporto: internacional.<br>50. Assinale a alternativa que julgar correta: tripulantes s&#xE3;o pessoas devidamente habilitadas que exercem fun&#xE7;&#xE3;o a bordo de aeronaves.<br>51. O C&#xF3;digo Brasileiro de Aeron&#xE1;utica (CBA) classifica os aer&#xF3;dromos em: civis e militares.<br>52. Toda &#xE1;rea definida, destinada a chegada, partida e movimento de aeronaves, &#xE9;: aer&#xF3;dromo.<br>53. As aeronaves brasileiras s&#xE3;o classificadas em: civis e militares.<br>54. O surgimento do direito aeron&#xE1;utico se deveu &#xE0; necessidade de: regulamentar o emprego do avi&#xE3;o, ap&#xF3;s ter sido considerado o ve&#xED;culo de transporte a&#xE9;reo.<br>55. No Brasil, a legisla&#xE7;&#xE3;o b&#xE1;sica do direito aeron&#xE1;utico est&#xE1; consubstanciada na lei n&#xB0; 7565, de 19 de dezembro de 1986, que sancionou o: C&#xF3;digo Brasileiro de Aeron&#xE1;utica.<br>56. O aer&#xF3;dromo destinado exclusivamente a opera&#xE7;&#xF5;es de helic&#xF3;pteros &#xE9; denominado: heliponto.<br>57. Todo aparelho manobr&#xE1;vel em voo, que possa sustentar-se e circular no espa&#xE7;o a&#xE9;reo, mediante rea&#xE7;&#xF5;es aerodin&#xE2;micas, apto a transportar pessoas ou coisas &#xE9; considerado: aeronave.<br>58. Das alternativas abaixo, indique qual est&#xE1; diretamente ligado a estrutura da ANAC: SPO, SGP, SFI e SAR.<br>59. O registro preliminar referente aos acidentes ocorridos com aeronaves civis, tem em princ&#xED;pio, car&#xE1;ter: reservado.<br>60. O Sistema de Investiga&#xE7;&#xE3;o e Preven&#xE7;&#xE3;o de Acidentes Aeron&#xE1;uticos tem como sigla: SIPAER.<br>61. Em caso de acidente, a guarda da aeronave ou de seus destro&#xE7;os, objetivando preservar os ind&#xED;cios e evid&#xEA;ncias, s&#xE3;o responsabilidade do(a): propriet&#xE1;rio ou operador da aeronave.<br>62. Cabe ao SERIPA a investiga&#xE7;&#xE3;o de acidente aeron&#xE1;utico ocorrido com aeronave pertencente &#xE0; avia&#xE7;&#xE3;o: geral.<br>63. Assinale a alternativa errada: um acidente aeron&#xE1;utico ocorre por uma &#xFA;nica causa.<br>64. O documento que cont&#xE9;m o relato de fatos considerados potencialmente perigosos &#xE0; avia&#xE7;&#xE3;o e que permite a ado&#xE7;&#xE3;o de medidas corretivas pelas autoridades aeron&#xE1;uticas, &#xE9; denominado: RELPREV.<br>65. Se durante uma investiga&#xE7;&#xE3;o de acidente aeron&#xE1;utico houver &#xED;ndices de crime ou contraven&#xE7;&#xE3;o, poder&#xE1; ser: instaurado um inqu&#xE9;rito policial, paralelamente &#xE0; investiga&#xE7;&#xE3;o.<br>66. Assinale a alternativa que n&#xE3;o diz respeito &#xE0;s responsabilidades do propriet&#xE1;rio ou explorador da aeronave em caso de acidente aeron&#xE1;utico: investiga&#xE7;&#xE3;o de acidente.<br>67. As investiga&#xE7;&#xF5;es de acidentes e incidentes aeron&#xE1;uticos t&#xEA;m por finalidade: prevenir acidentes aeron&#xE1;uticos, eliminando fatores para a sua ocorr&#xEA;ncia, orientando com normas de seguran&#xE7;a.<br>68. Havendo defici&#xEA;ncias em aux&#xED;lios &#xE0; navega&#xE7;&#xE3;o, deve-se preencher um: relat&#xF3;rio de preven&#xE7;&#xE3;o.<br>69. Os destro&#xE7;os de uma aeronave acidentada que n&#xE3;o puderem ser removidos dever&#xE3;o ser marcados com tinta: amarela e pelo operador da aeronave.<br>70. A pessoa que tiver conhecimento de um acidente aeron&#xE1;utico, ou da exist&#xEA;ncia de destro&#xE7;os de aeronaves, dever&#xE1; comunicar a autoridade p&#xFA;blica: pelo meio mais r&#xE1;pido.<br>71. O respons&#xE1;vel pela destina&#xE7;&#xE3;o dos restos mortais das v&#xED;timas de acidentes aeron&#xE1;uticos &#xE9; o: operador da aeronave.<br>72. Quando o operador da aeronave privada, envolvida em um incidente aeron&#xE1;utico n&#xE3;o dispuser de agente de seguran&#xE7;a de voo (ASV) a investiga&#xE7;&#xE3;o ser&#xE1; conduzida: pelo SERIPA da localidade onde ocorreu o incidente aeron&#xE1;utico e ser&#xE1; a organiza&#xE7;&#xE3;o encarregada da investiga&#xE7;&#xE3;o.<br>73. A comunica&#xE7;&#xE3;o de um acidente aeron&#xE1;utico ou da exist&#xEA;ncia de destro&#xE7;os de aeronaves: &#xE9; obriga&#xE7;&#xE3;o de qualquer pessoa.<br>74. Em uma emerg&#xEA;ncia o propriet&#xE1;rio, explorador, arrendat&#xE1;rio ou tripulantes dever&#xE3;o comunicar o acidente ocorrido com aeronave sob sua responsabilidade, pelo meio mais r&#xE1;pido dispon&#xED;vel, ao(a): autoridade p&#xFA;blica mais pr&#xF3;xima.<br>75. A guarda dos bens envolvidos no acidente, a bordo da aeronave acidentada, ou de terceiros envolvidos, &#xE9; da responsabilidade do(a): propriet&#xE1;rio ou operador da aeronave.<br>76. Qualquer pessoa que tenha conhecimento de acidente aeron&#xE1;utico, dever&#xE1; comunicar o fato pelo meio mais r&#xE1;pido ao(a): autoridade p&#xFA;blica mais pr&#xF3;xima.<br>77. A legisla&#xE7;&#xE3;o referente &#xE0;s atividades do SIPAER, &#xE9; regulamentada atrav&#xE9;s de: normas de sistema do Comando da Aeron&#xE1;utica.<br>78. O &#xF3;rg&#xE3;o central do SIPAER que investiga os acidentes aeron&#xE1;uticos &#xE9; o: CENIPA.<br>79. Em casos de acidentes aeron&#xE1;uticos com aeronaves operadas pela RBAC 121 e 129 &#xE9; de responsabilidade do operador ou propriet&#xE1;rio da aeronave a notifica&#xE7;&#xE3;o formal ao(a): CENIPA.<br>80. Toda ocorr&#xEA;ncia com inten&#xE7;&#xE3;o de voo, onde n&#xE3;o haja danos na aeronave nem v&#xED;timas, &#xE9; considerado: incidente aeron&#xE1;utico.<br>81. O SIPAER tem como princ&#xED;pio filos&#xF3;fico: a preven&#xE7;&#xE3;o de acidentes aeron&#xE1;uticos.<br>82. A responsabilidade do treinamento dos tripulantes da aeronave para agirem ap&#xF3;s um pouso de emerg&#xEA;ncia, antes da chegada do servi&#xE7;o de salvamento, &#xE9; de compet&#xEA;ncia do(a): explorador da aeronave.<br>83. O documento formal destinado a divulga&#xE7;&#xE3;o da conclus&#xE3;o do acidente aeron&#xE1;utico, &#xE9; designado como: RF.<br>84. O elemento civil credenciado para investiga&#xE7;&#xE3;o de acidentes aeron&#xE1;uticos envolvendo aeronave civil brasileira pertencente a companhia a&#xE9;rea regular, &#xE9; designado: ASV da companhia a&#xE9;rea.<br>85. O grupo de pessoas designado a investigar um acidente aeron&#xE1;utico espec&#xED;fico convocado de acordo com as caracter&#xED;sticas daquele acidente, denomina-se: Comiss&#xE3;o de Investiga&#xE7;&#xE3;o.<br>86. A afirmativa &#x201C;todo acidente pode ser evitado&#x201D; faz parte dos conceitos filos&#xF3;ficos do(a): SIPAER.<br>87. No caso de uma aeronave desaparecida ou em local inacess&#xED;vel, &#xE9; considerado: acidente aeron&#xE1;utico.<br>88. Uma ocorr&#xEA;ncia anormal, tal como vazamento de combust&#xED;vel ou alarme falso de fogo, da qual n&#xE3;o resultem danos pessoais ou materiais, caracteriza um(a): incidente aeron&#xE1;utico.<br>89. Dentre as alternativas abaixo, indique a que cita alguns elementos que comp&#xF5;em o SIPAER: CNPAA, CIAA e ASV.<br>90. Quando em voo ocorrer algo como colis&#xE3;o de p&#xE1;ssaros com a aeronave, sem preju&#xED;zos ou danos f&#xED;sicos e materiais, caracteriza-se: incidente aeron&#xE1;utico.<br>91. No que se refere a seguran&#xE7;a de voo no Brasil, o &#xF3;rg&#xE3;o respons&#xE1;vel pela prote&#xE7;&#xE3;o e controle dos voos, &#xE9; o: DECEA.<br>92. O &#xF3;rg&#xE3;o respons&#xE1;vel pela investiga&#xE7;&#xE3;o de acidentes com aeronaves civis de transporte a&#xE9;reo regular, &#xE9; o(a): CENIPA.<br>93. &#xD3;rg&#xE3;o brasileiro respons&#xE1;vel por manter contatos t&#xE9;cnicos com as principais autoridades internacionais de avia&#xE7;&#xE3;o civil: ANAC.<br>94. Quando ocorrer um abalroamento com aeronaves brasileiras em pa&#xED;s estrangeiro, ser&#xE3;o aplicadas as leis: do pa&#xED;s onde ocorreu.<br>95. O CEMAL &#xE9; um elo executivo do SAC credenciado pela ANAC relacionado a: realiza&#xE7;&#xE3;o de inspe&#xE7;&#xE3;o m&#xE9;dica conforme o RBAC 67.<br>96. Os servi&#xE7;os a&#xE9;reos especializados com fins lucrativos, fazem parte dos: servi&#xE7;os a&#xE9;reos p&#xFA;blicos.<br>97. O anexo da OACI de n&#xFA;mero 13, est&#xE1; relacionado com: investiga&#xE7;&#xE3;o de acidentes e incidentes.<br>98. Os documentos t&#xE9;cnicos onde est&#xE3;o definidas as normas internacionais e m&#xE9;todos recomendados da OACI, denominam-se: anexos.<br>99. O &#xF3;rg&#xE3;o brasileiro que tem a atribui&#xE7;&#xE3;o de cuidar das rela&#xE7;&#xF5;es da avia&#xE7;&#xE3;o internacional, &#xE9; o(a): ANAC.<br>100. A associa&#xE7;&#xE3;o que administra direta ou indiretamente as empresas a&#xE9;reas em termos de concord&#xE2;ncia entre elas a n&#xED;vel mundial e que foi criada para atender internacionalmente o interesse dessas empresas &#xE9; a: IATA.<br>101. A empresa p&#xFA;blica destinada a administrar os principais aeroportos do pa&#xED;s com efici&#xEA;ncia, rapidez, conforto e seguran&#xE7;a &#xE9; o(a): INFRAERO.<br>102. Na estrutura do Sistema de Avia&#xE7;&#xE3;o Civil, a ind&#xFA;stria aeron&#xE1;utica e as empresas de transporte a&#xE9;reo est&#xE3;o relacionadas como: elos executivos.<br>103. No caso de erro de projeto, falha de manuseio, fadiga de material em uma investiga&#xE7;&#xE3;o, o fator contribuinte &#xE9; considerado fator: material.<br>104. As superintend&#xEA;ncias da ANAC s&#xE3;o &#xF3;rg&#xE3;os: normativos.<br>105. Os aer&#xF3;dromos civis s&#xE3;o classificados em: p&#xFA;blicos e privados.<br>106. Nenhuma aeronave estrangeira poder&#xE1; sobrevoar, pousar ou decolar no territ&#xF3;rio brasileiro, sem que haja: autoriza&#xE7;&#xE3;o da autoridade aeron&#xE1;utica brasileira.<br>107. A homologa&#xE7;&#xE3;o e registro das aeronaves civis brasileiras s&#xE3;o feitos no: RAB.<br>108. A atividade a&#xE9;rea, cuja finalidade &#xE9; atender &#xE0;s necessidades da sociedade civil, denomina-se servi&#xE7;o a&#xE9;reo: p&#xFA;blico.<br>109. O transporte a&#xE9;reo regular no Brasil pode ser: dom&#xE9;stico e internacional.<br>110. O &#xF3;rg&#xE3;o respons&#xE1;vel pelos padr&#xF5;es relacionados &#xE0; sa&#xFA;de de tripulantes, bem como padr&#xF5;es relacionados a atividade de m&#xE9;dicos e cl&#xED;nicas m&#xE9;dicas credenciados a fim de elaborar pareceres m&#xE9;dicos para emiss&#xE3;o de Certificado M&#xE9;dico Aeron&#xE1;utico (CMA) &#xE9; o(a): SPO da ANAC.<br>111. Nenhuma aeronave pode transportar explosivos, muni&#xE7;&#xF5;es ou subst&#xE2;ncias perigosas, sem autoriza&#xE7;&#xE3;o do(a): autoridade competente.<br>112. Uma aeronave privada brasileira, sobrevoando a cidade de Londres ser&#xE1; considerada em territ&#xF3;rio: ingl&#xEA;s.<br>113. As normas para o empres&#xE1;rio com rela&#xE7;&#xE3;o ao dever de transportar passageiros, malas postais, bagagens, est&#xE1; estabelecido pelo(a): Contrato de Transporte.<br>114. Nas tripula&#xE7;&#xF5;es simples, o substituto eventual do comandante, &#xE9; o: co-piloto.<br>115. O tripulante auxiliar do comandante, encarregado da opera&#xE7;&#xE3;o e do controle de sistemas diversos, conforme especifica&#xE7;&#xE3;o dos manuais t&#xE9;cnicos da aeronave &#xE9; o: mec&#xE2;nico de voo.<br>116. Os certificados CHT e CMA vigoram por prazos estabelecidos, j&#xE1; as licen&#xE7;as: tem car&#xE1;ter permanente.<br>117. O comandante &#xE9; respons&#xE1;vel pelos passageiros e bagagens: desde o momento que se apresenta para o voo at&#xE9; o termino da viagem.<br>118. A Organiza&#xE7;&#xE3;o da Avia&#xE7;&#xE3;o Civil Internacional (OACI), tem sua sede localizada em: Montreal .<br>119. A associa&#xE7;&#xE3;o internacional que tem como objetivo principal assegurar transporte a&#xE9;reo r&#xE1;pido, c&#xF4;modo, seguro, eficiente e econ&#xF4;mico, tanto para as empresas, como para o p&#xFA;blico denomina-se: IATA.<br>120. Os ASV s&#xE3;o elementos das empresas, com cursos de seguran&#xE7;a de voo, ministrado pelo: CENIPA.<br>121. Ocorrendo um acidente aeron&#xE1;utico envolvendo aeronave de empresa a&#xE9;rea regular, com v&#xED;timas fatais, os familiares das v&#xED;timas dever&#xE3;o ser notificados pelo: propriet&#xE1;rio ou operador da aeronave.<br>122. Por defini&#xE7;&#xE3;o, para que se caracterize um acidente ou incidente aeron&#xE1;utico, a ocorr&#xEA;ncia dever&#xE1; estar relacionada ao(&#xE0;): inten&#xE7;&#xE3;o de voo.<br>123. O anexo 1 da Conven&#xE7;&#xE3;o de Chicago trata de: licen&#xE7;a de pessoal.<br>124. &#xD3;rg&#xE3;o que tem por objetivo o controle do espa&#xE7;o a&#xE9;reo brasileiro, &#xE9; o(a): DECEA.<br>125. A empresa que projeta e constr&#xF3;i avi&#xF5;es civis e militares no Brasil, considerada como uma das maiores no seu g&#xEA;nero, &#xE9; a: EMBRAER.<br>126. Qualquer &#xE1;rea destinada a pouso, decolagem e movimenta&#xE7;&#xE3;o de aeronaves, denomina-se: aer&#xF3;dromo.<br>127. O comandante dever&#xE1; anotar decis&#xF5;es, nascimentos e &#xF3;bitos, entre outras informa&#xE7;&#xF5;es, no: di&#xE1;rio de bordo.<br>128. O Certificado M&#xE9;dico Aeron&#xE1;utico &#xE9; o documento imprescind&#xED;vel para a obten&#xE7;&#xE3;o do(a): licen&#xE7;a e CHT.<br>129. O tripulante respons&#xE1;vel pela opera&#xE7;&#xE3;o e seguran&#xE7;a da aeronave e que exerce a autoridade que a legisla&#xE7;&#xE3;o aeron&#xE1;utica lhe atribui, &#xE9; o: comandante.<br>130. Em termos de seguran&#xE7;a de voo, torna-se necess&#xE1;rio o cumprimento das normas estabelecidas nos anexos da: OACI.<br>131. Juntamente filos&#xF3;ficos e conceitos do SIPAER, encontra-se a recomenda&#xE7;&#xE3;o de: reportar incidentes, ou ao menos preencher um formul&#xE1;rio chamado relat&#xF3;rio de preven&#xE7;&#xE3;o.<br>132. Os militares credenciados pelo CENIPA designados para o desempenho das atividades de preven&#xE7;&#xE3;o e investiga&#xE7;&#xE3;o de acidentes aeron&#xE1;uticos, denominam-se: OSV.<br>133. Uma aeronave acidentada poder&#xE1; ser removida sem autoriza&#xE7;&#xE3;o da autoridade aeron&#xE1;utica investigadora, quando o objetivo for: salvar vidas humanas.<br>134. Um acidente aeron&#xE1;utico ocorrido com aeronave pertencente &#xE0; empresa de transporte a&#xE9;reo regular, ter&#xE1; como &#xF3;rg&#xE3;o investigador: CENIPA.<br>135. Investigar os incidentes aeron&#xE1;uticos de uma empresa a&#xE9;rea &#xE9; de responsabilidade do: ASV da empresa envolvida.<br>136. Na ocorr&#xEA;ncia de um acidente aeron&#xE1;utico, o certificado m&#xE9;dico aeron&#xE1;utico dos tripulantes envolvidos: perde a validade automaticamente, devendo o mesmo realizar uma inspe&#xE7;&#xE3;o p&#xF3;s acidente.<br>137. Das conven&#xE7;&#xF5;es, a que unifica as regras relativas ao transporte a&#xE9;reo internacional &#xE9; a de: Vars&#xF3;via.<br>138. Na Organiza&#xE7;&#xE3;o de Avia&#xE7;&#xE3;o Civil Internacional (OACI) dezenas de pa&#xED;ses fazem-se representar, inclusive o Brasil, atrav&#xE9;s de seus (suas): governos.<br>139. As publica&#xE7;&#xF5;es da Organiza&#xE7;&#xE3;o de Avia&#xE7;&#xE3;o Civil Internacional (OACI), que tratam das normas internacionais e pr&#xE1;ticas recomendadas, s&#xE3;o chamadas de: anexos.<br>140. Criar os meios necess&#xE1;rios para a colabora&#xE7;&#xE3;o entre as empresas de transporte a&#xE9;reo internacional, &#xE9; um dos objetivos do(a): IATA (Associa&#xE7;&#xE3;o Internacional de Transporte A&#xE9;reo).<br>141. Dos princ&#xED;pios abaixo mencionados, assinale o que n&#xE3;o faz parte da filosofia SIPAER: seguran&#xE7;a de voo n&#xE3;o &#xE9; responsabilidade de todos.<br>142. Toda ocorr&#xEA;ncia relacionada a opera&#xE7;&#xE3;o de uma aeronave, com inten&#xE7;&#xE3;o de voo, mas que n&#xE3;o implique em danos graves a aeronave, nem les&#xF5;es das pessoas envolvidas, caracteriza um(a): incidente aeron&#xE1;utico.<br>143. O relat&#xF3;rio de car&#xE1;ter ostensivo onde s&#xE3;o divulgadas as conclus&#xF5;es, referente a acidente ocorrido com aeronave civil, &#xE9; denominado relat&#xF3;rio: final.<br>144. A ANAC foi criada no ano de: 2005.<br>145. A organiza&#xE7;&#xE3;o respons&#xE1;vel pela instala&#xE7;&#xE3;o, opera&#xE7;&#xE3;o e manuten&#xE7;&#xE3;o de &#xF3;rg&#xE3;os e equipamentos para controle de tr&#xE1;fego a&#xE9;reo, estabelecendo regras e procedimentos de trafego a&#xE9;reo, &#xE9; o(a): DECEA.<br>146. No caso de pouso for&#xE7;ado, a autoridade do comandante sobre a aeronave se encerra: quando as autoridades competentes assumirem tal responsabilidade.<br>147. A afirmativa &#x201C;todo acidente tem um precedente&#x201D; faz parte dos princ&#xED;pios filos&#xF3;ficos e conceitos do(a): SIPAER.<br>148. Dentre os &#xF3;rg&#xE3;os abaixo citados, indique os que fazem parte da estrutura do SIPAER: CENIPA, SERIPA e CNPAA.<br>149. A pesquisa de fatores em potencial de perigo &#xE9; uma t&#xE9;cnica de preven&#xE7;&#xE3;o de acidentes denominada: vistorias de seguran&#xE7;a.<br>150. O Comando da Aeron&#xE1;utica, atrav&#xE9;s do DECEA e da ANAC, adota normas internacionais e pr&#xE1;ticas recomendadas pela: OACI.<br>151. Com a finalidade de organizar atividades necess&#xE1;rias ao funcionamento e ao desenvolvimento da avia&#xE7;&#xE3;o civil no Brasil, foi institu&#xED;do o Sistema de: Avia&#xE7;&#xE3;o Civil.<br>152. Superintend&#xEA;ncia da ANAC respons&#xE1;vel pela emiss&#xE3;o de licen&#xE7;as e certificados: SPO.<br>153. Na constitui&#xE7;&#xE3;o da infraestrutura aeroportu&#xE1;ria brasileira, o Servi&#xE7;o de Busca e Salvamento pertence ao: DECEA.<br>154. O tr&#xE1;fego a&#xE9;reo no espa&#xE7;o brasileiro est&#xE1; sujeito &#xE0;s normas e condi&#xE7;&#xF5;es estabelecidas no CBA. Tais normas e condi&#xE7;&#xF5;es ser&#xE3;o aplicadas a(s): qualquer aeronave.<br>155. A avia&#xE7;&#xE3;o civil abrange as atividades: p&#xFA;blica e privada.<br>156. A Organiza&#xE7;&#xE3;o da Avia&#xE7;&#xE3;o Civil Internacional (OACI), foi institu&#xED;da atrav&#xE9;s da Conven&#xE7;&#xE3;o de: Chicago.<br>157. A Organiza&#xE7;&#xE3;o da Avia&#xE7;&#xE3;o Civil Internacional (OACI) &#xE9; uma entidade filiada a: ONU.<br>158. Estabelecer regras uniformes, relativas a responsabilidade dos transportes a&#xE9;reos, no que se refere aos passageiros em caso de morte ou les&#xE3;o por acidente, &#xE9; uma das finalidades da conven&#xE7;&#xE3;o de: Vars&#xF3;via.<br>159. Ocorrendo um acidente aeron&#xE1;utico, a divulga&#xE7;&#xE3;o final da investiga&#xE7;&#xE3;o do mesmo (Relat&#xF3;rio Final), ser&#xE1; conclu&#xED;da: em prazo determinado pelo CENIPA.<br>160. O relat&#xF3;rio final referente a acidente ocorrido com aeronave civil, tem em princ&#xED;pio, car&#xE1;ter: ostensivo.<br>161. O porte de aparelhos cinematogr&#xE1;ficos, fotogr&#xE1;ficos, eletr&#xF4;nicos ou nucleares, a bordo de aeronave, pode ser: impedido por raz&#xF5;es de seguran&#xE7;a da navega&#xE7;&#xE3;o a&#xE9;rea.<br>162. A fun&#xE7;&#xE3;o remunerada a bordo de aeronaves nacionais &#xE9; privativa de brasileiros natos ou naturalizados, desde que possuam: licen&#xE7;a, CHT e CMA.<br>163. O contrato que regulamenta as atividades n&#xE3;o eventuais entre empregado e empregador &#xE9; o: de trabalho.<br>164. Ap&#xF3;s a contrata&#xE7;&#xE3;o, o contratante dever&#xE1; registrar a carteira num per&#xED;odo m&#xE1;ximo de: 48 horas.<br>165. Entre os benef&#xED;cios da previd&#xEA;ncia, o aux&#xED;lio doen&#xE7;a &#xE9; pago ao acidentado que ficar incapacitado para o trabalho. Este beneficio ser&#xE1; pago ao segurado afastado do servi&#xE7;o, a partir de: 15 dias.<br>166. Numa empresa o prazo m&#xE1;ximo do contrato do per&#xED;odo de experi&#xEA;ncia n&#xE3;o poder&#xE1; ser superior a: 90 dias.<br>167. O benef&#xED;cio, atualmente vigente, relativo &#xE0; indeniza&#xE7;&#xE3;o ao trabalhador pelo tempo de servi&#xE7;o, denomina-se: FGTS.<br>168. O tempo de mandato da CIPA ser&#xE1; de: 1 ano.<br>169. A CIPA &#xE9; composta por representantes dos: empregados e empregadores.<br>170. Havendo pedido de demiss&#xE3;o por parte do empregado, ele perde o direito a(s): movimenta&#xE7;&#xE3;o do FGTS e mais 40% do FGTS.<br>171. Os chamados &#x201C;atos inseguros&#x201D; podem ser caracterizados por: imprud&#xEA;ncia, imper&#xED;cia ou neglig&#xEA;ncia.<br>172. Ser&#xE1; considerado acidente de trajeto quando acontece com o: empregado no percurso de ida e volta do local de trabalho.<br>173. O registro da CIPA dever&#xE1; ser feito na delegacia: regional do trabalho.<br>174. A jornada de trabalho di&#xE1;ria tem normalmente, na falta de acordos, conven&#xE7;&#xF5;es ou regulamentos especiais, uma dura&#xE7;&#xE3;o de: 8 horas.<br>175. S&#xE3;o deveres do empregador: seguran&#xE7;a e n&#xE3;o discrimina&#xE7;&#xE3;o.<br>176. Uma das condi&#xE7;&#xF5;es que o contribuinte pode fazer uso do FGTS &#xE9;: para adquirir a casa pr&#xF3;pria.<br>177. Constitui justa causa para rescis&#xE3;o de contrato de trabalho pelo empregador, se o empregado: em servi&#xE7;o, ofender fisicamente outrem, sem que consiga provar leg&#xED;tima defesa.<br>178. Com rela&#xE7;&#xE3;o ao contrato de trabalho fica ajustado que este dever&#xE1; ser de car&#xE1;ter: pessoal, oneroso, cont&#xED;nuo e subordinado.<br>179. A documenta&#xE7;&#xE3;o do menor desacompanhado fica em poder do: comiss&#xE1;rio.<br>180. O sal&#xE1;rio fam&#xED;lia &#xE9; um beneficio devido ao segurado da previd&#xEA;ncia social, que sustenta filho de qualquer condi&#xE7;&#xE3;o, com idade at&#xE9;: 14 anos.<br>181. A sigla CIPA significa: Comiss&#xE3;o Interna de Preven&#xE7;&#xE3;o de Acidentes.<br>182. A sigla EPI significa: equipamento de prote&#xE7;&#xE3;o individual.<br>183. Segundo a CLT, o pagamento da remunera&#xE7;&#xE3;o de f&#xE9;rias do comiss&#xE1;rio dever&#xE1; ser feito pelo empregador at&#xE9;: 2 dias antes do in&#xED;cio do respectivo per&#xED;odo.<br>184. Para trabalhos realizados em turnos ininterruptos de revezamento, a jornada de trabalho, salvo negocia&#xE7;&#xE3;o coletiva, &#xE9; de: 6h.<br>185. As normas que regem a legisla&#xE7;&#xE3;o entre trabalhador e empregador encontram-se no(a): CLT.<br>186. Um funcion&#xE1;rio ter&#xE1; direito a 30 dias de f&#xE9;rias desde que tenha no ano menos de: 05 faltas.<br>187. De acordo com a CLT, mediante acordo ou contrato coletivo de trabalho, uma jornada poder&#xE1; ser acrescida de um per&#xED;odo suplementar, n&#xE3;o excedente a: 2 horas.<br>188. Das afirmativas abaixo, identifique a que n&#xE3;o &#xE9; motivo para rescis&#xE3;o de contrato de trabalho por justa causa: mudan&#xE7;a de resid&#xEA;ncia, sem aviso pr&#xE9;vio ao empregador.<br>189. Com base na CLT, em caso de acidente do trabalho, o empregado afastado receber&#xE1; remunera&#xE7;&#xE3;o, a contar do dia da ocorr&#xEA;ncia, paga pelo(a): empresa.<br>190. A compila&#xE7;&#xE3;o de normas editadas pela Uni&#xE3;o que regulam as rela&#xE7;&#xF5;es trabalhistas, &#xE9; denominada: CLT.<br>191. Dos benef&#xED;cios abaixo relacionados, indique o que n&#xE3;o &#xE9; de obrigatoriedade da previd&#xEA;ncia social, para com o segurado: aux&#xED;lio-f&#xE9;rias.<br>192. O conjunto de princ&#xED;pios e normas que regulam as rela&#xE7;&#xF5;es individuais e coletivas entre empregados e empregadores, decorrentes do trabalho, denomina-se Direito: do Trabalho.<br>193. Para que um empregado, contratado segundo a CLT, tenha a condi&#xE7;&#xE3;o para o recebimento do sal&#xE1;rio fam&#xED;lia, &#xE9; necess&#xE1;rio: apresentar Certid&#xE3;o de Nascimento do dependente.<br>194. Durante o per&#xED;odo de aviso pr&#xE9;vio, o hor&#xE1;rio de trabalho &#xE9; reduzido em: 2 horas.<br>195. Um tripulante extra cai e machuca a perna ao se deslocar na aeronave, esta situa&#xE7;&#xE3;o caracteriza-se: acidente de trabalho.<br>196. Para a jornada de trabalho semanal, na falta de regulamentos especiais, esta dever&#xE1; ser de: 44 h.<br>197. Os benef&#xED;cios por acidente de trabalho ou aux&#xED;lio doen&#xE7;a, ser&#xE1; devido ao acidentado que ficar incapacitado para o trabalho, a partir de: 15 dias.<br>198. O trabalhador que, n&#xE3;o sendo aeronauta, exerce fun&#xE7;&#xE3;o remunerada nos servi&#xE7;os terrestres de empresa de transporte a&#xE9;reo, &#xE9; considerado: aerovi&#xE1;rio.<br>199. Quando a rescis&#xE3;o de contrato de trabalho tiver sido promovida pelo empregador e n&#xE3;o houver a redu&#xE7;&#xE3;o de duas horas di&#xE1;rias, o empregado de aviso pr&#xE9;vio poder&#xE1; faltar ao servi&#xE7;o por: 7 dias consecutivos.<br>200. O trabalhador ter&#xE1; direito a apenas 24 dias corridos de f&#xE9;rias, quando durante os 12 meses de trabalho teve falta injustificada: de 06 a 14.<br>201. O per&#xED;odo de licen&#xE7;a paternidade &#xE9; de: 5 dias consecutivos ap&#xF3;s nascimento da crian&#xE7;a.<br>202. O acidente sofrido nos per&#xED;odos destinados &#xE0; refei&#xE7;&#xE3;o ou descanso &#xE9; considerado: acidente de trabalho.<br>203. O trabalhador poder&#xE1; requerer seu FGTS em casos especiais, tais como: na compra da casa pr&#xF3;pria.<br>204. A principal prova do contrato bilateral efetuado entre empregado e empregador &#xE9; a: carteira de trabalho.<br>205. A viola&#xE7;&#xE3;o de segredos da empresa poder&#xE1; acarretar ao empregado a sua despedida: por justa causa.<br>206. &#xC9; considerado motivo para dispensa do empregado por justa causa: ato de improbidade.<br>207. Em caso de parto antecipado, a mulher ter&#xE1; direito a uma licen&#xE7;a de: 16 semanas.<br>208. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima, quando acrescida dos tripulantes necess&#xE1;rios &#xE0; realiza&#xE7;&#xE3;o do voo, ser&#xE1; denominada: simples.<br>209. Conforme a legisla&#xE7;&#xE3;o atualmente em vigor, o aeronauta empregado em empresa a&#xE9;rea regular (RBAC 121), integrante de uma tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento ter&#xE1; como dura&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima da jornada de trabalho: 16h.<br>210. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples poder&#xE1; ser transformada em composta: somente na origem do voo.<br>211. De acordo com o determinado pela Lei 7.183 e Portaria Interministerial, um tripulante poder&#xE1; apresentar-se no local de trabalho para in&#xED;cio da jornada com uma anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de: 30 min.<br>212. O documento da OACI, no qual s&#xE3;o estabelecidas as normas t&#xE9;cnicas referentes &#xE0;s licen&#xE7;as de pessoal denomina-se: anexo 1.<br>213. Antes de iniciar um voo o comandante deve anotar o seu nome, dos demais tripulantes do voo, decis&#xF5;es, notifica&#xE7;&#xF5;es de nascimentos e &#xF3;bitos, entre outras informa&#xE7;&#xF5;es, no: di&#xE1;rio de bordo.<br>214. Os limites de pousos permitidos para uma jornada de integrantes de tripula&#xE7;&#xE3;o composta e empresa regular (RBAC 121), conforme a legisla&#xE7;&#xE3;o atualmente em vigor, s&#xE3;o de: 5 pousos.<br>215. Jornada de trabalho &#xE9; a dura&#xE7;&#xE3;o do trabalho do aeronauta contada entre a hora: da apresenta&#xE7;&#xE3;o no local de trabalho e a hora em que o mesmo &#xE9; encerrado.<br>216. Conforme a legisla&#xE7;&#xE3;o atual em vigor, os limites de horas de voo para avi&#xF5;es a jato, por m&#xEA;s e ano, n&#xE3;o poder&#xE3;o exceder respectivamente a: 80 &#x2013; 800.<br>217. O empregador dever&#xE1; comunicar ao aeronauta que ele ir&#xE1; participar de uma transfer&#xEA;ncia provis&#xF3;ria com anteced&#xEA;ncia de: 15 dias.<br>218. A contrata&#xE7;&#xE3;o de instrutores estrangeiros, admitidos como tripulantes em car&#xE1;ter provis&#xF3;rio, n&#xE3;o poder&#xE1; exceder o per&#xED;odo de: 6 meses.<br>219. As atribui&#xE7;&#xF5;es que um comandante n&#xE3;o pode delegar a outros membros da tripula&#xE7;&#xE3;o s&#xE3;o as relacionadas com o(a): seguran&#xE7;a de voo.<br>220. Cessada a validade do certificado m&#xE9;dico aeron&#xE1;utico e de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica, a licen&#xE7;a do tripulante: n&#xE3;o lhe permite exercer fun&#xE7;&#xE3;o a bordo.<br>221. A fun&#xE7;&#xE3;o remunerada a bordo de aeronaves nacionais &#xE9; privativa de titulares de licen&#xE7;as espec&#xED;ficas emitidas pelo Comando de Aeron&#xE1;utica, e reservada a: brasileiros natos e naturalizados.<br>222. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento, que tenha trabalhado durante 13h e 15min, ter&#xE1; direito a um repouso de: 16h.<br>223. Quando em voo, a alimenta&#xE7;&#xE3;o do tripulante deve ser servida com intervalo m&#xE1;ximo de: 4 horas.<br>224. Conforme a legisla&#xE7;&#xE3;o atual em vigor, a dura&#xE7;&#xE3;o do trabalho dos tripulantes de voo ou de cabine, computados os tempos de todos e quaisquer servi&#xE7;os, em uma semana, n&#xE3;o poder&#xE1; exceder a: 44h.<br>225. CONFORME A LEI 13.475\/17, QUANDO UMA TRIPULA&#xC7;&#xC3;O M&#xCD;NIMA OU SIMPLES DE EMPRESA A&#xC9;REA REGULAR (RBAC 121), OPERANDO AERONAVES A JATO, A CRIT&#xC9;RIO DO EMPREGADOR, TIVER QUE REALIZAR CINCO POUSOS: ter&#xE1; duas horas a mais no repouso que precede a jornada.<br>226. A alimenta&#xE7;&#xE3;o do aeronauta em reserva ser&#xE1; entre: 12 e 14h e 19 e 21h.<br>227. Os limites de tempo de voo para aeronautas de empresas de transporte a&#xE9;reo regular, que tenham trabalho num per&#xED;odo inferior a 30 dias: ser&#xE3;o proporcionais ao limite mensal mais 10 horas.<br>228. Se o tripulante ficar incapacitado fisicamente e permanentemente, ele: ter&#xE1; seu certificado m&#xE9;dico aeron&#xE1;utico cassado.<br>229. A dura&#xE7;&#xE3;o do trabalho do aeronauta, contado entre a hora da apresenta&#xE7;&#xE3;o no local de trabalho e a hora em que o mesmo &#xE9; encerrado, denomina-se: jornada.<br>230. O trabalho noturno n&#xE3;o poder&#xE1; ultrapassar a 10 horas, no que se refere a uma tripula&#xE7;&#xE3;o: simples.<br>231. O per&#xED;odo de tempo n&#xE3;o inferior a 24 (vinte e quatro) horas consecutivas, em que o aeronauta em sua base contratual e sem preju&#xED;zo da remunera&#xE7;&#xE3;o, est&#xE1; desobrigado de qualquer atividade relacionada com seu trabalho, denomina-se: folga.<br>232. Numa transfer&#xEA;ncia provis&#xF3;ria a empresa dever&#xE1; proporcionar ao tripulante: alimenta&#xE7;&#xE3;o, acomoda&#xE7;&#xE3;o, transporte aeroporto &#x2013; hotel &#x2013; aeroporto, assist&#xEA;ncia m&#xE9;dica e transporte at&#xE9; o local.<br>233. No caso da impossibilidade para comparecer para efetuar um voo, o tripulante dever&#xE1;: comunicar a empresa com a maior anteced&#xEA;ncia poss&#xED;vel.<br>234. Ao ser admitido numa empresa a&#xE9;rea, o comiss&#xE1;rio deve: efetuar o curso do equipamento que ir&#xE1; tripular e do servi&#xE7;o de bordo da empresa.<br>235. O Certificado de Habilita&#xE7;&#xE3;o T&#xE9;cnica (CHT): &#xE9; v&#xE1;lido por dois anos.<br>236. O n&#xFA;mero m&#xE1;ximo de equipamentos a que um comiss&#xE1;rio poder&#xE1; tripular &#xE9; de: 4.<br>237. A empresa tem necessidade que um comiss&#xE1;rio, que j&#xE1; concorria &#xE0; escala de quatro equipamentos diferentes comece a tripular uma nova aeronave; para tal torna-se mister que: seja eliminado um dos equipamentos registrados no CHT do comiss&#xE1;rio para dar lugar ao novo equipamento.<br>238. A licen&#xE7;a, o CMA e o CHT dos tripulantes s&#xE3;o concedidos na forma de regulamenta&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica pelo(a): autoridade aeron&#xE1;utica competente.<br>239. Ap&#xF3;s o embarque, a documenta&#xE7;&#xE3;o de um passageiro deportado permanece com o: comiss&#xE1;rio.<br>240. &#xC9; proibido ao aeronauta o uso de bebidas alco&#xF3;licas durante o voo. Tamb&#xE9;m dever&#xE1; abster-se antes de um voo por um per&#xED;odo de pelo menos: 8 horas.<br>241. A profiss&#xE3;o de aeronauta est&#xE1; regulamentada por(pelo): lei e portaria interministerial.<br>242. O exerc&#xED;cio da profiss&#xE3;o do aeronauta &#xE9; regulado pelo(s): Regulamentos da Profiss&#xE3;o do Aeronauta.<br>243. A lei que regulamenta a profiss&#xE3;o de aeronauta &#xE9;: Lei n&#xB0; 13.475.<br>244. A pessoa devidamente habilitada para o exerc&#xED;cio de uma fun&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica a bordo &#xE9; denominada de: tripulante.<br>245. A responsabilidade pelos limites de jornada, limites de voo, intervalos de repouso e fornecimento de alimentos durante a viagem, &#xE9; do: comandante.<br>246. O respons&#xE1;vel pela opera&#xE7;&#xE3;o e seguran&#xE7;a da aeronave durante a viagem &#xE9; o(a): comandante.<br>247. As atividades dos tripulantes a bordo, est&#xE3;o classificadas em: t&#xE9;cnica e n&#xE3;o t&#xE9;cnica.<br>248. O aeronauta dever&#xE1; ter domic&#xED;lio e prestar servi&#xE7;os em sua: base.<br>249. O aeronauta de empresa de transporte a&#xE9;reo que se deslocar, a servi&#xE7;o desta, sem exercer fun&#xE7;&#xE3;o a bordo, tem a designa&#xE7;&#xE3;o de tripulante: extra.<br>250. Segundo o CBA, toda aeronave proveniente do exterior far&#xE1; o primeiro pouso ou a &#xFA;ltima decolagem, no Brasil, em aeroporto: internacional.<br>251. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima &#xE9; constitu&#xED;da basicamente de um comandante, mais: co-piloto e mec&#xE2;nico de voo, se o equipamento assim exigir.<br>252. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o composta possui: 2 pilotos, 1 co-piloto, 2 mec&#xE2;nicos de voo e comiss&#xE1;rios.<br>253. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples acrescida de 1 piloto, 1 co-piloto, 1 mec&#xE2;nico de voo e 50% do n&#xFA;mero de comiss&#xE1;rios, constitui uma tripula&#xE7;&#xE3;o: de revezamento.<br>254. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento &#xE9; constitu&#xED;da basicamente de: uma tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima, uma simples e 50% comiss&#xE1;rios.<br>255. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples, de um determinada aeronave, cont&#xE9;m 1 comandante, 1 copiloto, 1 mec&#xE2;nico de voo e 9 comiss&#xE1;rios. Transformando-se esta tripula&#xE7;&#xE3;o para composta, ficar&#xE1;: 2 comandantes, 1 copiloto, 2 mec&#xE2;nicos de voo e 12 comiss&#xE1;rios.<br>256. No que se refere &#xE0; composi&#xE7;&#xE3;o, as tripula&#xE7;&#xF5;es poder&#xE3;o ser: m&#xED;nima, simples, composta e revezamento.<br>257. Al&#xE9;m de outras situa&#xE7;&#xF5;es permitidas por lei, tamb&#xE9;m se utiliza uma tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima nas seguintes abaixo discriminadas: voo de experi&#xEA;ncia e de instru&#xE7;&#xE3;o.<br>258. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples poder&#xE1; ser transformada em composta em voos dom&#xE9;sticos, nas seguintes condi&#xE7;&#xF5;es: para atender a atrasos ocasionados por condi&#xE7;&#xF5;es meteorol&#xF3;gicas desfavor&#xE1;veis ou trabalhos de manuten&#xE7;&#xE3;o, na origem do voo e at&#xE9; 3 (tr&#xEA;s) horas a partir da apresenta&#xE7;&#xE3;o da tripula&#xE7;&#xE3;o original do voo.<br>259. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples apresentou-se na origem do voo &#xE0;s 09h00. Devido a um atraso por condi&#xE7;&#xF5;es meteorol&#xF3;gicas desfavor&#xE1;veis, esta tripula&#xE7;&#xE3;o poder&#xE1; ser transformada em composta at&#xE9; o limite hor&#xE1;rio de: 12h.<br>260. A jornada do aeronauta &#xE9; encerrada: 30 minutos ap&#xF3;s a parada dos motores, na escala final.<br>261. O artigo 40 da regulamenta&#xE7;&#xE3;o diz que os limites das jornadas de trabalho poder&#xE3;o ser ampliados em alguns casos e a crit&#xE9;rio exclusivo do comandante por: 60 minutos.<br>262. O aeronauta tem direito a f&#xE9;rias anualmente e em per&#xED;odo n&#xE3;o inferior a: 30 dias.<br>263. A dura&#xE7;&#xE3;o do trabalho dos tripulantes de voo ou de cabine, computados os tempos de jornada e servi&#xE7;o em terra durante a viagem, reserva e 1\/3 do sobreaviso, n&#xE3;o poder&#xE1; exceder a: 44 horas semanais e 176 mensais.<br>264. O per&#xED;odo compreendido entre o momento em que a aeronave se movimenta por seus pr&#xF3;prios meios, at&#xE9; o momento em que estaciona no ponto de desembarque, ap&#xF3;s o voo, denomina-se tempo de voo.<br>265. Conforme a legisla&#xE7;&#xE3;o atual em vigor, aos tripulantes de voo ou de cabine empregados em empresas a&#xE9;reas regulares (RBAC 121), o limite de horas de trabalho de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples, n&#xE3;o dever&#xE1; exceder a: 09 horas.<br>266. De acordo com a Lei 13.475\/17, a apresenta&#xE7;&#xE3;o no aeroporto n&#xE3;o poder&#xE1; ser inferior ao hor&#xE1;rio previsto para o in&#xED;cio do voo em: 30 min..<br>267. A dura&#xE7;&#xE3;o de trabalho do aeronauta, contada entre a hora de apresenta&#xE7;&#xE3;o no local de trabalho e a hora em que o mesmo &#xE9; encerrada, &#xE9; chamada de: jornada de trabalho.<br>268. N&#xE3;o se consideram como integrantes da remunera&#xE7;&#xE3;o, as import&#xE2;ncias pagas: como ajuda de custo, di&#xE1;rias de hospedagem, alimenta&#xE7;&#xE3;o e transporte fora de base.<br>269. O trabalho realizado pelo tripulante, contado desde a sa&#xED;da de sua base at&#xE9; o regresso &#xE0; mesma, denomina-se: viagem.<br>270. Conforme a legisla&#xE7;&#xE3;o atual em vigor, para TRIPULANTES DE VOO OU DE CABINE EMPREGADOS EM EMPRESAS A&#xC9;REAS REGULARES (RBAC 121), para uma jornada de trabalho de 15 horas dever&#xE1; ser escalada uma tripula&#xE7;&#xE3;o: de revezamento.<br>271. Quando, a crit&#xE9;rio do comandante, houver amplia&#xE7;&#xE3;o dos limites das horas de trabalho, este dever&#xE1; comunicar o fato ao empregador, ap&#xF3;s a viagem, no m&#xE1;ximo at&#xE9;: 24h.<br>272. Ao passar por sua base em um voo, o aeronauta: pode continuar o voo desde que esteja em escala, ou lhe seja solicitado pela empresa, e que n&#xE3;o altere sua programa&#xE7;&#xE3;o subsequente.<br>273. A situa&#xE7;&#xE3;o do comiss&#xE1;rio que permanece em local de trabalho por um per&#xED;odo determinado, pronto para assumir as fun&#xE7;&#xF5;es em qualquer voo caso haja necessidade, &#xE9; denominado: reserva.<br>274. A situa&#xE7;&#xE3;o do comiss&#xE1;rio que permanece em casa por um per&#xED;odo determinado, pronto para assumir qualquer voo dentro de 90 minutos caso seja necess&#xE1;rio, denomina-se: sobreaviso.<br>275. O per&#xED;odo de reserva para aeronautas de empresa de transporte a&#xE9;reo regular n&#xE3;o pode, segundo a legisla&#xE7;&#xE3;o, ser superior a: 6 horas.<br>276. Um aeronauta empregado em empresa homologada segundo o RBAC 121 n&#xE3;o poder&#xE1; exceder aos limites de: 8 sobreavisos mensais.<br>277. O empregador deve assegurar acomoda&#xE7;&#xF5;es para descanso do aeronauta, se o tempo de reserva for superior a: 3 horas.<br>278. EM UMA JORNADA, PARA EMPREGADOS EM EMPRESAS A&#xC9;REAS REGULARES (RBAC 121), 14 HORAS &#xC9; O LIMITE DE HORAS DE VOO DE UMA TRIPULA&#xC7;&#xC3;O: de revezamento.<br>279. Hora de voo ou tempo para aeronave de asa fixa, &#xE9; o per&#xED;odo compreendido entre: in&#xED;cio do deslocamento, com fins de decolagem, at&#xE9; o estacionamento, quando do t&#xE9;rmino do voo (cal&#xE7;o a cal&#xE7;o).<br>280. Conforme a legisla&#xE7;&#xE3;o atual em vigor, PARA EMPREGADOS EM EMPRESAS A&#xC9;REAS REGULARES (RBAC 121) em uma jornada, o limite de horas de voo de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples &#xE9; de: 08 horas.<br>281. Conforme a legisla&#xE7;&#xE3;o atual em vigor, para empregados em empresas a&#xE9;reas regulares (RBAC 121), a dura&#xE7;&#xE3;o de horas de trabalho e o limite de tempo de voo permitido para um aeronauta integrante de uma tripula&#xE7;&#xE3;o composta, &#xC9; DE RESPECTIVAMENTE: 12:00 e 11:00.<br>282. H&#xE1; limites de pouso para aeronauta na condi&#xE7;&#xE3;o de tripulante extra: n&#xE3;o, desde que obede&#xE7;a ao limite das horas de trabalho (jornada) .<br>283. Quando o aeronauta tripular diferentes tipos de aeronaves &#xE0; jato e avi&#xF5;es turbo&#xE9;lice, dever&#xE1; ser observado com rela&#xE7;&#xE3;o ao limite de hora de voo: o menor limite.<br>284. O limite de horas de voo que um tripulante pode efetuar, se trabalhar apenas 18 dias e voar avi&#xF5;es a jato &#xE9; de: 61h.<br>285. O limite de 15 horas de voo e 4 pousos &#xE9; o permitido para a jornada de integrantes de uma tripula&#xE7;&#xE3;o: de revezamento.<br>286. Um tripulante ao retornar de uma transfer&#xEA;ncia provis&#xF3;ria ter&#xE1; direito a dois dias de licen&#xE7;a remunerada referente ao(a): 1&#xB0; m&#xEA;s e 1 dia para cada m&#xEA;s subsequente ou fra&#xE7;&#xE3;o de m&#xEA;s, sendo que no m&#xED;nimo 2 dias n&#xE3;o poder&#xE3;o coincidir com s&#xE1;bado \/ domingo \/ feriado.<br>287. O limite de horas de voo de uma tripula&#xE7;&#xE3;o composta, n&#xE3;o dever&#xE1; exceder a: 12 horas.<br>288. Os limites de horas de voo e pousos permitidos na hip&#xF3;tese de integrante de tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima ou simples ser&#xE3;o, respectivamente: 09:30 e 5 pousos.<br>289. A crit&#xE9;rio do comandante, o limite de horas de voo e de horas de trabalho (jornada) de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples, poder&#xE1; ser ampliado em at&#xE9;: 60 min..<br>290. (NOVA LEI) Voo noturno &#xE9; aquele realizado: entre &#xE0;s dezoito e &#xE0;s seis horas, considerado o fuso hor&#xE1;rio oficial da base contratual.<br>291. Considera-se reserva o per&#xED;odo em que o aeronauta: permanece em local de trabalho, &#xE0; disposi&#xE7;&#xE3;o do empregador.<br>292. O tripulante poder&#xE1; gozar folga fora da base: quando o tripulante estiver efetuando um curso fora da base.<br>293. O repouso ap&#xF3;s uma jornada, inicia-se: depois de passados os 30 minutos que se seguem &#xE0; parada final dos motores.<br>294. De acordo com a lei 7.183\/84 (do aeronauta), a folga s&#xF3; ter&#xE1; in&#xED;cio ap&#xF3;s a conclus&#xE3;o do(a): repouso da jornada.<br>295. Entende-se por jornada mista: a que abrange per&#xED;odos diurnos e noturnos de trabalho.<br>296. (ATUALIZADA) O n&#xFA;mero de folgas mensais, de acordo com a Lei 13.475\/17 (Nova Lei do Aeronauta), n&#xE3;o poder&#xE1; ser inferior a: 10 per&#xED;odos de 24h.<br>297. O n&#xFA;mero m&#xE1;ximo de per&#xED;odos consecutivos que um aeronauta poder&#xE1; efetuar, sem acarretar danos na sua regulamenta&#xE7;&#xE3;o, &#xE9; de: 6 per&#xED;odos.<br>298. O espa&#xE7;o de tempo entre duas jornadas, denomina-se: repouso.<br>299. O repouso assegurado ao aeronauta de uma tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento, ap&#xF3;s uma jornada de 9 (nove) horas, ser&#xE1; de: 12h.<br>300. O repouso assegurado ao aeronauta de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples, para uma jornada de at&#xE9; 12 (doze) horas ser&#xE1; de, no m&#xED;nimo: 12h.<br>301. O repouso assegurado ao aeronauta de uma tripula&#xE7;&#xE3;o composta, ap&#xF3;s uma jornada de at&#xE9; 15 (quinze) horas, ser&#xE1; de, no m&#xED;nimo: 16h.<br>302. O repouso est&#xE1; diretamente ligado ao(a): horas de jornada anterior.<br>303. O espa&#xE7;o de tempo em que o aeronauta fica dispensado de qualquer atividade relacionada com seu trabalho, denomina-se folga e dever&#xE1; ser, no m&#xED;nimo, de: 24 horas semanais.<br>304. Ocorrendo o cruzamento de 3 (tr&#xEA;s) fusos hor&#xE1;rios ou mais em um dos sentidos da viagem, o tripulante ter&#xE1; direito a 2 (duas) horas a mais de repouso: por fuso cruzado quando do seu retorno &#xE0; sua base.<br>305. O &#xFA;ltimo per&#xED;odo de folga deve terminar dentro do m&#xEA;s, ou seja, at&#xE9; a 24&#xAA; hora do &#xFA;ltimo dia do respectivo m&#xEA;s, caso contr&#xE1;rio o aeronauta n&#xE3;o completar&#xE1; o m&#xED;nimo legal. Portanto, para que isso ocorra, sabendo-se que esta tripula&#xE7;&#xE3;o &#xE9; simples, o corte dos motores dever&#xE1; ser &#xE0;s: 11:30 do pen&#xFA;ltimo dia do m&#xEA;s.<br>306. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o efetuou uma jornada de trabalho de 16 (dezesseis) horas, logo ter&#xE1; assegurado um repouso de: 24h.<br>307. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o apresenta-se para dar in&#xED;cio a sua jornada &#xE0;s 04h30min e a mesma &#xE9; encerrada &#xE0;s 17h30min. O repouso desta tripula&#xE7;&#xE3;o dever&#xE1; ser de: 16h.<br>308. Fora da base contratual, o aeronauta tem acomoda&#xE7;&#xE3;o para repouso e transporte, sendo que: &#xE9; por conta da empresa.<br>309. Em um voo internacional de longa dist&#xE2;ncia, o n&#xFA;mero m&#xE1;ximo de per&#xED;odos trabalhados pode ser estendido a 7, em casos de: pane ou aeroportos fechados.<br>310. Nas situa&#xE7;&#xF5;es em que o comandante precisa aumentar em 60 minutos o limite de uma jornada de sua tripula&#xE7;&#xE3;o, ap&#xF3;s ter sido entregue &#xE0; empresa o seu relat&#xF3;rio, este dever&#xE1; encaminh&#xE1;-lo para a ANAC, no prazo de: 15 dias.<br>311. Quando o tripulante tem folga fora da base, em caso de curso de mais de 30 dias, a empresa dever&#xE1; assegurar no seu regresso uma licen&#xE7;a de: 1 dia para cada 15 dias fora da base, n&#xE3;o podendo ser s&#xE1;bado, domingo ou feriado.<br>312. (NOVA LEI) Do limite m&#xED;nimo de 10 folgas por m&#xEA;s: 2 dever&#xE3;o compreender um s&#xE1;bado e um domingo consecutivos.<br>313. N&#xE3;o &#xE9; permitido ao aeronauta converter as f&#xE9;rias em abono pecuni&#xE1;rio, ou seja, 1\/3 em dinheiro exceto: em caso de rescis&#xE3;o contratual.<br>314. A remunera&#xE7;&#xE3;o do aeronauta al&#xE9;m do sal&#xE1;rio &#xE9; composta por: gratifica&#xE7;&#xE3;o de cargo, horas de voo (diurna, noturna e especial) e compensa&#xE7;&#xE3;o org&#xE2;nica.<br>315. Na transfer&#xEA;ncia permanente, o aeronauta &#xE9; deslocado de sua base por um per&#xED;odo superior a: 120 dias com mudan&#xE7;a de domic&#xED;lio.<br>316. A transfer&#xEA;ncia provis&#xF3;ria de base de um tripulante, acontecer&#xE1; quando o mesmo deslocar-se a servi&#xE7;o, por um per&#xED;odo m&#xED;nimo de: 30 dias.<br>317. (NOVA LEI) A publica&#xE7;&#xE3;o da escala de voo dever&#xE1; ser, no m&#xED;nimo: mensal.<br>318. Quando o comiss&#xE1;rio n&#xE3;o puder cumprir sua programa&#xE7;&#xE3;o por motivos particulares, dever&#xE1; avisar a escala de voo: com a maior anteced&#xEA;ncia poss&#xED;vel.<br>319. As pe&#xE7;as do uniforme do aeronauta e os equipamentos exigidos em sua atividade profissional, ser&#xE3;o fornecidas: pela empresa, sem &#xF4;nus para o aeronauta.<br>320. O tempo de deslocamento de sua base por um per&#xED;odo superior a 120 dias, &#xE9; para o aeronauta, transfer&#xEA;ncia: permanente com mudan&#xE7;a de domic&#xED;lio.<br>321. A escala de voo de um aeronauta empregado e empresa regida pelo RBAC 121 &#xE9; divulgada com anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de: 5 dias.<br>322. Segundo a Lei 7.183, a notifica&#xE7;&#xE3;o a ser feita pelo empregador ao aeronauta em caso de uma transfer&#xEA;ncia provis&#xF3;ria, dever&#xE1; ser dada com anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de: 15 dias.<br>323. Os limites de tempo de voo do tripulante n&#xE3;o poder&#xE3;o exceder em cada m&#xEA;s, trimestre ou ano, no caso de avi&#xF5;es turbo-h&#xE9;lice, respectivamente a: 100 &#x2013; 255 &#x2013; 935 horas.<br>324. Segundo a lei do aeronauta, o tripulante quando em voo, ter&#xE1; direito &#xE0; alimenta&#xE7;&#xE3;o em intervalos de, no m&#xE1;ximo: 4 horas.<br>325. O espa&#xE7;o de tempo ininterrupto, vinculado &#xE0; dura&#xE7;&#xE3;o da jornada, em que o tripulante fica desobrigado da presta&#xE7;&#xE3;o de servi&#xE7;o, denomina-se: repouso.<br>326. A vistoria de seguran&#xE7;a de voo &#xE9; um dos principais instrumentos de preven&#xE7;&#xE3;o de acidentes aeron&#xE1;uticos e deve ser realizada, nas empresas a&#xE9;reas, no m&#xED;nimo, a cada per&#xED;odo de: um ano.<br>327. Ap&#xF3;s cada transfer&#xEA;ncia provis&#xF3;ria, o aeronauta dever&#xE1; permanecer na sua base durante, pelo menos: 180 dias.<br>328. Manter em dia o CHT e o CMA &#xE9; responsabilidade do(a): aeronauta.<\/p>\n<p>329. A tripula&#xE7;&#xE3;o simples, acrescida de 1 (um) piloto em n&#xED;vel de comando, de 1 (um) co-piloto, de 1 (um) mec&#xE2;nico de voo (se necess&#xE1;rio), e de 50% do n&#xFA;mero de comiss&#xE1;rios, &#xE9; denominada: de revezamento.<br>330. O servi&#xE7;o a&#xE9;reo realizado sem remunera&#xE7;&#xE3;o, em benef&#xED;cio do pr&#xF3;prio operador &#xE9; dito: privado.<br>331. Especialidade m&#xE9;dica que se ocupa da promo&#xE7;&#xE3;o e preserva&#xE7;&#xE3;o da sa&#xFA;de do trabalhador: medicina do trabalho.<br>332. Em assuntos relativos &#xE0; seguran&#xE7;a de voo, os documentos que norteiam a avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional s&#xE3;o os(as): anexos da OACI.<br>333. Tripulante extra &#xE9; o aeronauta de empresa de transporte a&#xE9;reo regular, que se desloca a servi&#xE7;o da empresa: sem exercer fun&#xE7;&#xE3;o a bordo.<br>334. Das alternativas abaixo, identifique o elemento civil designado para a investiga&#xE7;&#xE3;o de incidente aeron&#xE1;utico, envolvendo aeronave brasileira pertencente a uma companhia a&#xE9;rea: ASV do operador da aeronave.<br>335. Para gozar de um repouso de 12 horas, o aeronauta deve ter cumprido jornada de, no m&#xE1;ximo: 12 horas.<br>336. A aeronave militar ou civil a servi&#xE7;o de estado estrangeiro: poder&#xE1; voar no espa&#xE7;o a&#xE9;reo brasileiro, desde que autorizada.<br>337. Em uma rescis&#xE3;o de contrato de trabalho, a falta do aviso-pr&#xE9;vio por parte do empregador: d&#xE1; ao empregado o direito ao sal&#xE1;rio correspondente ao prazo do aviso.<br>338. Dentre o n&#xFA;mero m&#xED;nimo de folgas estipuladas pela lei 7.183\/84 (do aeronauta), duas t&#xEA;m de ser consecutivas e incluir, pelo menos: um s&#xE1;bado ou um domingo.<br>339. Prover treinamento aos tripulantes quanto &#xE0;s a&#xE7;&#xF5;es p&#xF3;s-acidente at&#xE9; a chegada das equipes de salvamento, &#xE9; responsabilidade do: operador da aeronave.<br>340. A conven&#xE7;&#xE3;o que tratou de estabelecer o novo ordenamento jur&#xED;dico para a avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional, em substitui&#xE7;&#xE3;o &#xE0; conven&#xE7;&#xE3;o de paris, foi a de: Chicago.<br>341. A legisla&#xE7;&#xE3;o contida no C&#xF3;digo Brasileiro de Aeron&#xE1;utica, aplica-se aos tripulantes: nacionais e estrangeiros, em todo o territ&#xF3;rio nacional.<br>342. Ser comiss&#xE1;rio de voo vinculado &#xE0; empresa a&#xE9;rea, instrutor no equipamento com, no m&#xED;nimo 01 (hum) ano na fun&#xE7;&#xE3;o, s&#xE3;o alguns dos requisitos para este profissional autorizado a realizar exames pr&#xE1;ticos: examinador credenciado.<br>343. De acordo com o CBA, os direitos reais e os privil&#xE9;gios de ordem privada sobre aeronaves regem-se pela lei: de sua nacionalidade.<br>344. Conjunto de a&#xE7;&#xF5;es do poder p&#xFA;blico, destinadas a assegurar o acesso &#xE0; sa&#xFA;de, &#xE0; previd&#xEA;ncia social e &#xE0; assist&#xEA;ncia social, &#xE9; a defini&#xE7;&#xE3;o de: seguridade social.<br>345. De acordo com a lei 7.183\/84, a escala de servi&#xE7;o do aeronauta deve observar o princ&#xED;pio do(a): rod&#xED;zio.<br>346. Os limites de 12 (doze) horas de voo e 6 (seis) pousos s&#xE3;o os permitidos por jornada, para as tripula&#xE7;&#xF5;es: compostas.<br>347. De acordo com o CBA, a execu&#xE7;&#xE3;o do contrato de transporte a&#xE9;reo de passageiro compreende, al&#xE9;m das opera&#xE7;&#xF5;es efetuadas a bordo da aeronave, as opera&#xE7;&#xF5;es de: embarque e desembarque.<br>348. Documento obrigat&#xF3;rio para o exerc&#xED;cio de qualquer emprego, mesmo o rural, o tempor&#xE1;rio ou o de natureza liberal: CTPS.<br>349. A uma jornada de 11 horas, corresponde um repouso de: 12 horas.<br>350. Membro da tripula&#xE7;&#xE3;o designado pelo propriet&#xE1;rio ou explorador, que ser&#xE1; seu preposto durante toda a viagem &#xE9;, segundo o CBA, a defini&#xE7;&#xE3;o de: comandante.<br>351. Os nascimentos e\/ou &#xF3;bitos que ocorrerem durante a viagem dever&#xE3;o ser registradas no: di&#xE1;rio de bordo.<br>352. O espa&#xE7;o de tempo ininterrupto, imediatamente ap&#xF3;s a jornada, em que o tripulante fica desobrigado da presta&#xE7;&#xE3;o de qualquer servi&#xE7;o, denomina-se: repouso.<br>353. CONFORME A LEGISLA&#xC7;&#xC3;O ATUALMENTE EM VIGOR OS LIMITES DE 80 E 800 HORAS EM CADA M&#xCA;S OU ANO, RESPECTIVAMENTE, APLICAM-SE &#xC0;S OPERA&#xC7;&#xD5;ES EM AERONAVES: a jato.<br>354. Das alternativas abaixo, a que pode ser considerada como acidente de trabalho &#xE9; o(a): morte de funcion&#xE1;rio, na empresa, em dia de atividade remunerada.<br>355. Toda ocorr&#xEA;ncia que envolva aeronave sem que haja inten&#xE7;&#xE3;o de voo, de que resulte dano ou les&#xE3;o, denomina-se: ocorr&#xEA;ncia de solo.<br>356. As atividades que, por sua natureza, condi&#xE7;&#xF5;es ou m&#xE9;todos de trabalho, exponham os empregados a agentes nocivos &#xE0; sa&#xFA;de, acima dos limites de toler&#xE2;ncia fixados em raz&#xE3;o da natureza, da intensidade e do tempo de exposi&#xE7;&#xE3;o ao agente, implicam pagamento de adicional de: insalubridade.<br>357. O processo conduzido por pessoal qualificado para determinar os fatos e as circunst&#xE2;ncias pertinentes &#xE0; uma ocorr&#xEA;ncia, de modo a promover a sua preven&#xE7;&#xE3;o, denomina-se: investiga&#xE7;&#xE3;o de acidente aeron&#xE1;utico.<br>358. Segundo a lei 7.183\/84 (do aeronauta), quando transferido permanentemente, o aeronauta ter&#xE1; assegurado pela empresa, entre outras coisas: transla&#xE7;&#xE3;o da respectiva bagagem.<br>359. Ap&#xF3;s um acidente aeron&#xE1;utico, a divulga&#xE7;&#xE3;o a outros operadores de equipamentos similares e aos demais &#xF3;rg&#xE3;os que tenham real interesse nos ensinamentos decorrentes da ocorr&#xEA;ncia e suas consequ&#xEA;ncias, &#xE9; responsabilidade do: operador da aeronave.<br>360. Numa empresa, o contrato de experi&#xEA;ncia de trabalho dever&#xE1; ser de, no m&#xE1;ximo: 90 dias.<br>361. Para efeito de limite de tempo de voo de aeronautas de empresas de transporte a&#xE9;reo regular que voarem menos de 30 (trinta) dias, a contagem ser&#xE1; proporcional ao limite mensal mais: 10 horas.<br>362. A observa&#xE7;&#xE3;o, por parte dos estados contratantes, do disposto no artigo 38 da conven&#xE7;&#xE3;o de avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional, diz respeito a aeronaves: civis.<br>363. Segundo o CBA, em caso de necessidade de alijamento de combust&#xED;vel, o comandante dever&#xE1; registrar tal ocorr&#xEA;ncia no: di&#xE1;rio de bordo.<br>364. O certificado de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica (CHT) para comiss&#xE1;rios tem validade, em meses, de: 24.<br>365. De acordo com o CBA, a fun&#xE7;&#xE3;o remunerada a bordo de aeronave nacional &#xE9; reservada a: brasileiros natos ou naturalizados.<br>366. O tripulante, ap&#xF3;s uma jornada de 14 horas, ter&#xE1; um repouso de: 16 horas.<\/p>\n<p>367. Segundo a lei 7.183\/84, a responsabilidade pela assist&#xEA;ncia m&#xE9;dica ou remo&#xE7;&#xE3;o do aeronauta, quando a servi&#xE7;o fora de sua base contratual &#xE9; do(a): empregador.<br>368. Segundo o CBA, a licen&#xE7;a e os certificados de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica ser&#xE3;o concedidas, na forma da regulamenta&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica, pelo(a): autoridade de avia&#xE7;&#xE3;o civil.<br>369. O documento formal destinado a divulgar a conclus&#xE3;o oficial da autoridade aeron&#xE1;utica, visando, &#xFA;nica e exclusivamente, &#xE0; preven&#xE7;&#xE3;o de acidentes aeron&#xE1;uticos denomina-se: relat&#xF3;rio final.<br>370. Sigla do conjunto de normas jur&#xED;dicas, relativas ao trabalho, sancionado em 1943 por Get&#xFA;lio Vargas: CLT.<br>371. O conceito de soberania, no que diz respeito ao espa&#xE7;o a&#xE9;reo, inclui: o territ&#xF3;rio e o mar territorial.<br>372. A afirma&#xE7;&#xE3;o &#x201C;todos os acidentes podem ser evitados&#x201D; &#xE9; um dos princ&#xED;pios que fundamentam a a&#xE7;&#xE3;o do(a): SIPAER.<br>373. Organismo de car&#xE1;ter consultivo cujas conclus&#xF5;es, recomenda&#xE7;&#xF5;es e resolu&#xE7;&#xF5;es, no &#xE2;mbito da avia&#xE7;&#xE3;o civil, est&#xE3;o sujeitas &#xE0; aprova&#xE7;&#xE3;o de cada um dos governos da Am&#xE9;rica Latina: CLAC.<br>374. A conven&#xE7;&#xE3;o de avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional &#xE9; aplic&#xE1;vel, somente, a aeronaves: civis.<br>375. A hora do voo noturno, para efeito de remunera&#xE7;&#xE3;o, &#xE9; computada como: 52 minutos e 30 segundos.<br>376. A portaria que expede instru&#xE7;&#xF5;es para a execu&#xE7;&#xE3;o da lei 7.183\/84 (do aeronauta), &#xE9; a de n&#xFA;mero: 3.016\/88.<br>377. A conven&#xE7;&#xE3;o em que foi reconhecido o princ&#xED;pio de soberania de um estado contratante, no espa&#xE7;o a&#xE9;reo acima do seu territ&#xF3;rio, foi a de: Chicago.<br>378. Fora da base domiciliar, a jornada de trabalho ser&#xE1; contada a partir da: hora de apresenta&#xE7;&#xE3;o do aeronauta no local estabelecido pelo empregador.<br>379. O tripulante dever&#xE1; cumprir o sobreaviso: em local de sua escolha.<br>380. O servi&#xE7;o a&#xE9;reo de transporte p&#xFA;blico dom&#xE9;stico &#xE9; reservado, segundo o CBA, &#xE0;s: pessoas jur&#xED;dicas brasileiras.<br>381. Para gozar de repouso de 24 horas, o aeronauta dever&#xE1; cumprir jornada maior que: 15 horas.<br>382. Segundo a lei 7.183\/84, o aeronauta no exerc&#xED;cio de fun&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica a bordo de aeronave, de acordo com as prerrogativas da licen&#xE7;a de que &#xE9; titular, tem a designa&#xE7;&#xE3;o de: tripulante.<br>383. Uma aeronave acidentada, os seus restos ou as coisas por ela transportadas n&#xE3;o podem ser vasculhados ou removidos, exceto para: salvar vidas humanas.<br>384. &#xC9; uma das t&#xE9;cnicas de preven&#xE7;&#xE3;o de acidentes a ser adotada pelos comiss&#xE1;rios no in&#xED;cio do voo: checar todos os equipamentos de emerg&#xEA;ncia e seguran&#xE7;a existentes a bordo.<br>385. O &#xF3;rg&#xE3;o central do Sistema de Investiga&#xE7;&#xE3;o e Preven&#xE7;&#xE3;o de Acidentes Aeron&#xE1;uticos, com elos e ramifica&#xE7;&#xF5;es na avia&#xE7;&#xE3;o civil, &#xE9; o: CENIPA.<br>386. Segundo o CBA, cessada a validade do certificado de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica, seu titular, em rela&#xE7;&#xE3;o ao exerc&#xED;cio da fun&#xE7;&#xE3;o, ficar&#xE1;: impedido.<br>387. Os certificados de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica e m&#xE9;dico aeron&#xE1;utico vigoram por um prazo estabelecido e as licen&#xE7;as de tripulantes: t&#xEA;m car&#xE1;ter permanente.<br>388. Em caso de imperiosa necessidade, a crit&#xE9;rio exclusivo do comandante, a jornada de trabalho poder&#xE1; ser ampliada em at&#xE9;: 60 minutos.<br>389. Quando o aeronauta tripular, por exemplo, aeronaves de asas rotativas (helic&#xF3;pteros) e turbo-h&#xE9;lice, os limites mensais, trimestrais e anuais ser&#xE3;o os das aeronaves: de asas rotativas.<br>390. Sobreaviso &#xE9; o per&#xED;odo de tempo em que o aeronauta permanece em local de sua escolha, &#xE0; disposi&#xE7;&#xE3;o do empregador, por um per&#xED;odo m&#xE1;ximo de: 12 horas.<br>391. Um CMA (Certificado M&#xE9;dico Aeron&#xE1;utico) vigente ser&#xE1; suspenso quando o seu detentor: tomar parte em acidente ou incidente a&#xE9;reo grave.<br>392. Se um aeronauta cumprir jornada de 14 horas e 30 minutos far&#xE1; jus a um repouso de: 16 horas.<br>393. De acordo com o CBA, o t&#xE9;rmino da execu&#xE7;&#xE3;o do contrato de transporte de bagagem, se d&#xE1; quando o passageiro: recebe a bagagem.<br>394. O limite em horas, para o tempo de voo e para a jornada de trabalho de um aeronauta compondo tripula&#xE7;&#xE3;o simples &#xE9; de, respectivamente: 9:30 e 11:00.<br>395. A conven&#xE7;&#xE3;o que estabeleceu responsabilidade jur&#xED;dica dos propriet&#xE1;rios ou exploradores de transportes a&#xE9;reos, em casos de danos a passageiros, tripulantes ou carga foi a de: Vars&#xF3;via.<br>396. A &#xE1;rea de abordagem da seguran&#xE7;a de voo, que se refere &#xE0; aeronave, nos seus aspectos de projeto, fabrica&#xE7;&#xE3;o e manuseio de componentes aeron&#xE1;uticos, relaciona-se ao fator: material.<br>397. Um aer&#xF3;dromo militar poder&#xE1; ser utilizado por uma aeronave civil, desde que observado o estabelecido pelo(a): autoridade competente.<br>398. O documento da OACI que normatiza internacionalmente a investiga&#xE7;&#xE3;o de acidentes e incidentes a&#xE9;reos &#xE9; o anexo: 13.<br>399. 8 horas de voo sem limite de pousos &#xE9; o m&#xE1;ximo permitido por jornada para tripulantes: helic&#xF3;pteros.<br>400. De acordo com o CBA, o aeronauta que exceder, fora dos casos previstos em lei, os limites de horas de trabalho ou de voo, incorrer&#xE1; em infra&#xE7;&#xE3;o pass&#xED;vel de: multa.<br>401. A gratifica&#xE7;&#xE3;o paga no m&#xEA;s de dezembro, &#xE0; raz&#xE3;o de 1\/12 (um doze avos) da remunera&#xE7;&#xE3;o do trabalhador, por m&#xEA;s trabalhado no ano correspondente, denomina-se: d&#xE9;cimo-terceiro sal&#xE1;rio.<br>402. Segundo o CBA, o membro da tripula&#xE7;&#xE3;o designado pelo propriet&#xE1;rio ou explorador, e que ser&#xE1; seu preposto durante a viagem, &#xE9; o: comandante.<br>403. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o que cumpra jornada de 13 horas e 15 minutos ter&#xE1; repouso de, no m&#xED;nimo: 16 horas.<br>404. Por imposi&#xE7;&#xE3;o da lei pertinente, a escala do aeronauta ser&#xE1; publicada com periodicidade, no m&#xED;nimo: semanal.<br>405. Entidade criada em 1973, na Cidade do M&#xE9;xico, com o objetivo de alcan&#xE7;ar a mais ampla colabora&#xE7;&#xE3;o no &#xE2;mbito da avia&#xE7;&#xE3;o civil na Am&#xE9;rica Latina: CLAC.<br>406. Acordo normativo em que dois ou mais sindicatos estipulam condi&#xE7;&#xF5;es aplic&#xE1;veis &#xE0;s rela&#xE7;&#xF5;es individuais de trabalho, na esfera de suas respectivas representa&#xE7;&#xF5;es: conven&#xE7;&#xE3;o coletiva.<br>407. O repouso ter&#xE1; a dura&#xE7;&#xE3;o diretamente relacionada ao tempo da jornada anterior. Portanto, ap&#xF3;s uma jornada de mais de 15 horas, o repouso dever&#xE1; ser de: 24 horas.<br>408. O servi&#xE7;o de prote&#xE7;&#xE3;o ao voo, no Brasil, tem como &#xF3;rg&#xE3;o diretivo principal o: Departamento de Controle do Espa&#xE7;o A&#xE9;reo.<br>409. O alcance e o exerc&#xED;cio da soberania que o Brasil exerce sobre seu espa&#xE7;o a&#xE9;reo e mar territorial, est&#xE3;o descritos no(a): lei 7.565\/1986 (C&#xF3;digo Brasileiro de Aeron&#xE1;utica).<br>410. De acordo com a lei 7.183\/84 (do aeronauta), a escala de voo do tripulante dever&#xE1; observar princ&#xED;pios compat&#xED;veis com a higiene e a seguran&#xE7;a do trabalho, em regime de: rod&#xED;zio.<br>411. Dentre os procedimentos de pr&#xE9;-voo abaixo listados, compete ao comiss&#xE1;rio o de: &#x201C;cheque&#x201D; dos equipamentos de emerg&#xEA;ncia.<br>412. Um dos documentos que habilitam o aeronauta ao exerc&#xED;cio de fun&#xE7;&#xF5;es a bordo de aeronaves tem por sigla: CHT.<br>413. Conjunto de medidas que s&#xE3;o adotadas visando minimizar os incidentes e acidentes de trabalho, doen&#xE7;as ocupacionais, bem como proteger a integridade do trabalhador, &#xE9; a defini&#xE7;&#xE3;o de: seguran&#xE7;a do trabalho.<br>414. A publica&#xE7;&#xE3;o da escala de voo, de acordo com a lei do aeronauta, dever&#xE1; ser feita, no m&#xED;nimo: semanalmente.<br>415. Os limites de tempo de voo do tripulante, em avi&#xF5;es convencionais, n&#xE3;o poder&#xE3;o exceder em cada m&#xEA;s, trimestre ou ano, respectivamente: 100 &#x2013; 270 &#x2013; 1000 horas.<br>416. O benef&#xED;cio do FGTS, a que o trabalhador regido pela CLT tem direito, poder&#xE1; ser movimentado em virtude de: aquisi&#xE7;&#xE3;o da casa pr&#xF3;pria.<br>417. Consideradas as prorroga&#xE7;&#xF5;es m&#xE1;ximas, a suspens&#xE3;o de um CHT (Certificado de Habilita&#xE7;&#xE3;o T&#xE9;cnica) poder&#xE1; perdurar por um prazo total de: 360 dias.<br>418. Ap&#xF3;s ser notificado por um estado contratante sobre as diferen&#xE7;as de normas e procedimentos que este estado adota, o conselho da OACI: notificar&#xE1; imediatamente aos demais estados as diferen&#xE7;as apresentadas.<br>419. Comiss&#xE3;o criada em Paris, no ano de 1919, para padronizar o emprego da tecnologia na avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional: Comiss&#xE3;o Internacional de Navega&#xE7;&#xE3;o A&#xE9;rea (CINA).<br>420. Retribui&#xE7;&#xE3;o pelo trabalho prestado, paga diretamente pelo empregador, &#xE9; defini&#xE7;&#xE3;o de: sal&#xE1;rio.<br>421. O princ&#xED;pio a ser observado pela escala de voo do aeronauta, segundo a lei 7.183\/84 (do aeronauta), &#xE9; o do(a): rod&#xED;zio.<br>422. O lan&#xE7;amento de materiais de bordo de aeronaves depende da permiss&#xE3;o da autoridade competente, salvo se a aeronave estiver: em emerg&#xEA;ncia.<br>423. O espa&#xE7;o de tempo ininterrupto, imediatamente ap&#xF3;s a jornada, em que o tripulante fica desobrigado da presta&#xE7;&#xE3;o de qualquer servi&#xE7;o, &#xE9; denominado: repouso.<br>424. Os incidentes com aeronaves civis brasileiras ser&#xE3;o investigadas pelos operadores que possuam curso de agente de seguran&#xE7;a de voo (ASV), credenciado pelo(a): CENIPA.<br>425. O per&#xED;odo de trabalho noturno ser&#xE1; restrito ao m&#xE1;ximo de 10 horas, para: tripula&#xE7;&#xE3;o simples.<br>426. Aos tripulantes acrescidos &#xE0; tripula&#xE7;&#xE3;o simples, o empregador obriga-se a proporcionar: poltronas reclin&#xE1;veis.<br>427. A estrutura da OACI &#xE9; composta, respectivamente, por um &#xF3;rg&#xE3;o soberano e um executivo, que s&#xE3;o o(a): assembl&#xE9;ia e o conselho.<br>428. Caso uma aeronave se encontre em local inacess&#xED;vel, tal fato ser&#xE1; considerado como um: acidente aeron&#xE1;utico.<br>429. Segundo a lei 7.183\/84 (do aeronauta), o empregador pode exigir do tripulante a complementa&#xE7;&#xE3;o de um voo para a conclus&#xE3;o de servi&#xE7;os inadi&#xE1;veis, desde que n&#xE3;o: prejudique a programa&#xE7;&#xE3;o subsequente.<br>430. O aeronauta, ap&#xF3;s uma transfer&#xEA;ncia provis&#xF3;ria, dever&#xE1; permanecer na sua base, pelo menos por: 180 dias.<br>431. Ao conjunto de direitos da avia&#xE7;&#xE3;o comercial que concedem &#xE0;s empresas a&#xE9;reas de um estado a prerrogativa de entrar no espa&#xE7;o a&#xE9;reo e pousar no territ&#xF3;rio de outro estado, d&#xE1;-se o nome de: liberdades do ar.<br>432. O RBHA 63 &#xE9; o que estabelece os requisitos para a concess&#xE3;o de licen&#xE7;as e habilita&#xE7;&#xF5;es t&#xE9;cnicas para: comiss&#xE1;rios e mec&#xE2;nicos de voo.<br>433. Quando cumprindo programa&#xE7;&#xE3;o de reserva, o aeronauta ter&#xE1; direito &#xE0; alimenta&#xE7;&#xE3;o nos hor&#xE1;rios estabelecidos pela lei e com dura&#xE7;&#xE3;o de: 60 minutos.<br>434. Segundo o c&#xF3;digo brasileiro de aeron&#xE1;utica (CBA), a pessoa devidamente habilitada que exerce fun&#xE7;&#xE3;o a bordo de aeronave &#xE9; a defini&#xE7;&#xE3;o de: tripulante.<br>435. No caso de pouso for&#xE7;ado, a autoridade do comandante persiste: at&#xE9; que as autoridades competentes assumam a responsabilidade.<br>436. Elaborar normas relativas ao controle peri&#xF3;dico de sa&#xFA;de dos aeronautas &#xE9; uma das atribui&#xE7;&#xF5;es da ANAC, atrav&#xE9;s da superintend&#xEA;ncia de: padr&#xF5;es operacionais (SPO).<br>437. O anexo &#xE0; conven&#xE7;&#xE3;o da OACI que trata de licen&#xE7;as de pessoal &#xE9; o de n&#xFA;mero: 1.<br>438. O per&#xED;odo para a alimenta&#xE7;&#xE3;o assegurada ao tripulante, quando em terra, dever&#xE1; ter a dura&#xE7;&#xE3;o de, no m&#xED;nimo 45 minutos.<br>439. O aeronauta deve ser notificado pelo empregador, quando da sua transfer&#xEA;ncia permanente, com anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de: 60 dias.<br>440. Quando o aeronauta tripular, por exemplo, aeronaves a jato e turbo-h&#xE9;lice, os limites mensais, trimestrais e anuais ser&#xE3;o os das aeronaves: a jato.<br>441. Os membros do conselho da OACI s&#xE3;o eleitos em assembl&#xE9;ia, para um mandato de: 3 anos.<br>442. Numa emerg&#xEA;ncia em que haja necessidade de alijamento de combust&#xED;vel, o comandante: registrar&#xE1; a ocorr&#xEA;ncia no di&#xE1;rio de bordo e, conclu&#xED;da a viagem, comunicar&#xE1; &#xE0; autoridade competente.<br>443. Ao total de ganhos do empregado em virtude da rela&#xE7;&#xE3;o de emprego, percebido com habitualidade, tais como quantia fixa, comiss&#xF5;es, gratifica&#xE7;&#xF5;es e percentagens, d&#xE1;-se o nome de: remunera&#xE7;&#xE3;o.<br>444. Apresentar &#xE0; assembleia relat&#xF3;rios anuais, determinar sua organiza&#xE7;&#xE3;o e regulamentos e administrar as finan&#xE7;as s&#xE3;o atribui&#xE7;&#xF5;es desempenhadas, na OACI, pelo(s): conselho.<br>445. O trabalhador exposto, de forma continuada, a atividades ou opera&#xE7;&#xF5;es perigosas e que impliquem risco, como nos casos de inflam&#xE1;veis, explosivos e outros, faz jus ao adicional de: periculosidade.<br>446. O titular de uma licen&#xE7;a concedida pela autoridade competente, cujo certificado de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica esteja com validade vencida: ficar&#xE1; impedido do exerc&#xED;cio das fun&#xE7;&#xF5;es especificadas na licen&#xE7;a.<br>447. O limite, em horas, para o tempo de voo e para a jornada de trabalho de um aeronauta compondo uma tripula&#xE7;&#xE3;o composta &#xE9; de, respectivamente: 12:00 e 14:00.<br>448. O RBHA 63 &#xE9; o documento que trata de assuntos relativos a: comiss&#xE1;rios de voo e mec&#xE2;nicos de voo.<br>449. O ASV (agente de seguran&#xE7;a de voo) realiza curso espec&#xED;fico ministrado pelo(a): CENIPA.<br>450. Propiciar e apoiar a coordena&#xE7;&#xE3;o e coopera&#xE7;&#xE3;o para o desenvolvimento ordenado e a melhor utiliza&#xE7;&#xE3;o do transporte a&#xE9;reo dentro, para e desde a Am&#xE9;rica Latina, est&#xE3;o entre os objetivos da: CLAC.<br>451. Se um estado contratante est&#xE1; impossibilitado de cumprir certas normas ou processos internacionais, ou adotar pr&#xE1;ticas e regulamentos diferentes dos estabelecidos pela OACI, dever&#xE1; efetuar um(a): notifica&#xE7;&#xE3;o de diferen&#xE7;as.<br>452. De acordo com as normas de seguran&#xE7;a de voo, ap&#xF3;s um acidente aeron&#xE1;utico, indique o documento do tripulante que ser&#xE1; suspenso: CMA.<br>453. Documentos acess&#xF3;rios &#xE0; conven&#xE7;&#xE3;o da OACI que visam &#xE0; atualiza&#xE7;&#xE3;o e padroniza&#xE7;&#xE3;o das normas t&#xE9;cnicas pertinentes ao transporte a&#xE9;reo: anexos.<br>454. Todos aqueles que exer&#xE7;am a mesma atividade ou profiss&#xE3;o de forma direta ou conexa podem, para fins de estudo, defesa e coordena&#xE7;&#xE3;o de seus interesses econ&#xF4;micos ou profissionais, formar um(a): sindicato da categoria.<br>455. A dura&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima da jornada de trabalho do aeronauta, em uma tripula&#xE7;&#xE3;o m&#xED;nima, &#xE9; de: 11 horas.<br>456. Segundo o c&#xF3;digo brasileiro de aeron&#xE1;utica (CBA), ap&#xF3;s a emiss&#xE3;o, o bilhete de passagem ter&#xE1; validade de: 1 ano.<br>457. &#xD3;rg&#xE3;o, cargo ou fun&#xE7;&#xE3;o dentro da estrutura das organiza&#xE7;&#xF5;es com responsabilidade nos assuntos de seguran&#xE7;a de voo, &#xE9; a defini&#xE7;&#xE3;o de: Elo SIPAER.<br>458. Para um tripulante de helic&#xF3;pteros o limite de horas de voo e pousos, por jornada, &#xE9;: 8 horas, sem limite de pousos.<br>459. De acordo com o CBA, todo transporte em que os pontos de partida, intermedi&#xE1;rios e de destino estejam em territ&#xF3;rio nacional &#xE9; denominado: dom&#xE9;stico.<br>460. De acordo com o CBA, desde que n&#xE3;o relacionadas &#xE0; seguran&#xE7;a de voo, o comandante poder&#xE1; delegar atribui&#xE7;&#xF5;es que lhe competem: a outro membro da tripula&#xE7;&#xE3;o.<br>461. O oficial da ativa de for&#xE7;a armada ou for&#xE7;a auxiliar brasileira que concluiu o m&#xF3;dulo de investiga&#xE7;&#xE3;o de curso de seguran&#xE7;a de voo, &#xE9; denominado: OSV.<br>462. Segundo a lei do aeronauta (7.183\/84), o per&#xED;odo de reserva para aeronautas de empresas de t&#xE1;xi a&#xE9;reo ou de servi&#xE7;os especializados n&#xE3;o exceder&#xE1; de: 10 horas.<br>463. Uma das finalidades da OACI &#xE9;: estabelecer padr&#xF5;es e regulamentos internacionais para a avia&#xE7;&#xE3;o civil.<br>464. Dentre as alternativas abaixo, assinale a que n&#xE3;o representa um principio filos&#xF3;fico do SIPAER: seguran&#xE7;a de voo &#xE9; um processo isolado.<br>465. De acordo com a lei 7.183\/84 (do aeronauta), o n&#xFA;mero m&#xED;nimo de folgas mensais para um aeronauta ser&#xE1; de: 8 per&#xED;odos de 24 horas.<br>466. O elemento militar com curso de seguran&#xE7;a de voo realizado no CENIPA, ser&#xE1; identificado pela sigla: OSV.<br>467. Segundo a lei 7.183\/84 (do aeronauta), cabe ao aeronauta manter em dia seu CHT e seu CMA, sendo sua responsabilidade informar &#xE0; escala as datas de vencimento com anteced&#xEA;ncia de: 30 dias.<br>468. Participar da composi&#xE7;&#xE3;o de tripula&#xE7;&#xE3;o em desacordo com o estabelecido na lei &#xE9; infra&#xE7;&#xE3;o pass&#xED;vel de multa prevista no(a): CBA.<br>469. A Organiza&#xE7;&#xE3;o da Avia&#xE7;&#xE3;o Civil Internacional (OACI) &#xE9; diretamente vinculada &#xE0;: ONU.<br>470. De acordo com a CLT, durante o per&#xED;odo do aviso pr&#xE9;vio, o hor&#xE1;rio normal de trabalho di&#xE1;rio ser&#xE1; reduzido em: 2 horas.<br>471. Um tipo de tripula&#xE7;&#xE3;o s&#xF3; poder&#xE1; ser transformado na origem do voo. O limite de tempo para tal transforma&#xE7;&#xE3;o ser&#xE1; contado a partir da apresenta&#xE7;&#xE3;o da tripula&#xE7;&#xE3;o previamente escalada, e ser&#xE1; de: 3 horas.<br>472. Quando o aeronauta tripular, por exemplo, aeronaves convencionais e turbo-h&#xE9;lice, os limites mensais, trimestrais e anuais ser&#xE3;o os das aeronaves: turbo-h&#xE9;lice.<br>473. Os preju&#xED;zos e as consequ&#xEA;ncias advindas das medidas disciplinares adotadas pelo comandante da aeronave, que configurem excesso de poder, acarretar&#xE3;o a responsabiliza&#xE7;&#xE3;o do mesmo e do(a): explorador da aeronave.<br>474. De acordo com a legisla&#xE7;&#xE3;o o empregador pagar&#xE1; ao empregado a sua remunera&#xE7;&#xE3;o, quando este se afastar das atividades por motivo de doen&#xE7;a, durante os primeiros: 15 dias.<br>475. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o que se apresente no Rio (GIG) &#xE0;s 12:00 e decole &#xE0;s 13:00 com destino &#xE0; Manaus (MAO), com tempo de voo de 3 horas, cumprir&#xE1; uma jornada de: 4:30.<br>476. As anota&#xE7;&#xF5;es do empregador, na carteira profissional do empregado, dever&#xE3;o ser obrigatoriamente efetuadas ap&#xF3;s a admiss&#xE3;o, no prazo de: 48 horas.<br>477. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o s&#xF3; poder&#xE1; ser transformada: na origem, at&#xE9; 3 horas ap&#xF3;s a apresenta&#xE7;&#xE3;o para o voo.<br>478. &#xD3;rg&#xE3;o com sede em Lima, Peru, tem por objetivo prover seus membros com informa&#xE7;&#xF5;es visando &#xE0; discuss&#xE3;o e planejamento, coopera&#xE7;&#xE3;o e coordena&#xE7;&#xE3;o das atividades da avia&#xE7;&#xE3;o civil no continente: CLAC.<br>479. Se for integrante de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples, o aeronauta deve observar os limites de voo e pouso por jornada que, neste caso s&#xE3;o de: 9 horas e 30 minutos e 5 pousos.<br>480. Se convocado em sobreaviso, o tripulante dever&#xE1; apresentar-se para voar em at&#xE9;: 90 minutos.<br>481. De acordo com a lei 7.183\/84, o interst&#xED;cio entre transfer&#xEA;ncias permanentes &#xE9; de: 2 anos.<br>482. O RBAC que versa sobre requisitos operacionais em opera&#xE7;&#xF5;es dom&#xE9;sticas, de bandeira e suplementares &#xE9; o de n&#xFA;mero: 121.<br>483. Segundo a lei 7.183\/84 (do aeronauta), o per&#xED;odo de reserva dos aeronautas de empresas de t&#xE1;xi a&#xE9;reo n&#xE3;o pode ser superior a: 10 horas.<br>484. De acordo com o c&#xF3;digo brasileiro de aeron&#xE1;utica, os servi&#xE7;os de transporte a&#xE9;reo p&#xFA;blico internacional podem ser realizados por empresas: nacionais ou estrangeiras.<br>485. Entre as infra&#xE7;&#xF5;es pass&#xED;veis de multa, previstas no CBA, aplic&#xE1;veis aos aeronautas, est&#xE1;: n&#xE3;o observar a regulamenta&#xE7;&#xE3;o da profiss&#xE3;o.<br>486. Os ap&#xEA;ndices emitidos pela OACI com o objetivo de definir normas e padr&#xF5;es de maneira uniforme s&#xE3;o denominados: anexos.<br>487. A alimenta&#xE7;&#xE3;o assegurada ao tripulante, quando em voo, dever&#xE1; ser servida com intervalos m&#xE1;ximos de: 4 horas.<br>488. A &#xE1;rea de abordagem da seguran&#xE7;a de voo que se refere ao complexo biol&#xF3;gico do ser humano, nos seus aspectos fisiol&#xF3;gico e psicol&#xF3;gico, denomina- se: fatores humanos.<br>489. Um estado contratante da OACI deve emitir uma notifica&#xE7;&#xE3;o de diferen&#xE7;a sempre que: se v&#xEA; impossibilitado de cumprir as normas e processos internacionais.<br>490. Examinar os gastos e aprovar as contas da Organiza&#xE7;&#xE3;o de Avia&#xE7;&#xE3;o Civil Internacional (OACI), est&#xE1; entre as atribui&#xE7;&#xF5;es do(a) seu(sua): assembleia.<br>491. De acordo com o regulamento vigente, o brasileiro nato ou naturalizado, detentor de licen&#xE7;a e\/ou habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica emitida por um pa&#xED;s contratante da OACI, pode solicitar &#xE0; ANAC sua valida&#xE7;&#xE3;o, desde que os requisitos para concess&#xE3;o do pa&#xED;s emitente sejam, em rela&#xE7;&#xE3;o aos brasileiros: iguais ou superiores.<br>492. Ap&#xF3;s ter sido contratado e treinado por uma empresa a&#xE9;rea, o candidato ser&#xE1; por ela encaminhado, para obten&#xE7;&#xE3;o junto &#xE0; autoridade de avia&#xE7;&#xE3;o civil, do(a): licen&#xE7;a de voo e do CHT.<br>493. As f&#xE9;rias anuais do aeronauta s&#xE3;o constitu&#xED;das por um per&#xED;odo, ininterrupto e irredut&#xED;vel, de: 30 dias.<br>494. Dentre as &#xE1;reas de abordagem de seguran&#xE7;a de voo podemos citar os fatores humanos, os operacionais e os: materiais.<br>495. Para que o aeronauta usufrua de 16 horas de repouso, sua jornada dever&#xE1; ter sido de, no m&#xE1;ximo: 15 horas.<br>496. Ministrar instru&#xE7;&#xE3;o de voo sem estar habilitado, &#xE9; infra&#xE7;&#xE3;o imput&#xE1;vel ao aeronauta, pass&#xED;vel de multa, prevista no(a): CBA.<br>497. No caso de abalroamento em espa&#xE7;o a&#xE9;reo estrangeiro que envolva uma aeronave brasileira, tal fato ser&#xE1; regido pelas: leis do pa&#xED;s onde o fato ocorreu.<br>498. Ap&#xF3;s a apresenta&#xE7;&#xE3;o, um tipo de tripula&#xE7;&#xE3;o pode ser alterada na origem do voo, no limite de: 3 horas.<br>499. Por jornada de trabalho, o limite de pousos de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples &#xE9; de: 5.<br>500. Segundo a lei 7.183\/84, o tempo m&#xED;nimo para a apresenta&#xE7;&#xE3;o do aeronauta no local de trabalho, antes da hora prevista para o in&#xED;cio do voo, &#xE9; de: 30 minutos.<br>501. Os limites de 100, 255 e 935 horas em cada m&#xEA;s, trimestre ou ano, respectivamente, aplicam-se &#xE0;s opera&#xE7;&#xF5;es em aeronaves: turbo-h&#xE9;lice.<br>502. O controle do espa&#xE7;o a&#xE9;reo, bem como o planejamento e o gerenciamento das atividades relacionadas &#xE0; seguran&#xE7;a da navega&#xE7;&#xE3;o a&#xE9;rea, no Brasil, est&#xE3;o a cargo do(a): DECEA.<br>503. Ap&#xF3;s uma jornada de 17 horas e 20 minutos, o aeronauta gozar&#xE1; repouso de, no m&#xED;nimo: 24 horas.<br>504. O estado contratante da OACI que n&#xE3;o fizer altera&#xE7;&#xF5;es nos seus regulamentos ou pr&#xE1;ticas, relativas &#xE0;s emendas feitas &#xE0;s normas internacionais, dever&#xE1; informar o conselho em at&#xE9;: 60 dias.<br>505. A Comiss&#xE3;o de Investiga&#xE7;&#xE3;o designada para a investiga&#xE7;&#xE3;o de um acidente aeron&#xE1;utico, deve ser: adequada &#xE0;s caracter&#xED;sticas desse acidente.<br>506. O limite de 12 horas de voo e 6 pousos por jornada, refere-se &#xE0; uma tripula&#xE7;&#xE3;o: composta.<br>507. O aeronauta que cumprir jornada superior a 15 horas ter&#xE1; repouso de, no m&#xED;nimo: 24 horas.<br>508. &#xD3;rg&#xE3;o central do sistema de controle do espa&#xE7;o a&#xE9;reo no Brasil, tem a compet&#xEA;ncia de planejar e controlar as atividades relacionadas &#xE0; seguran&#xE7;a da navega&#xE7;&#xE3;o a&#xE9;rea e ao controle do espa&#xE7;o a&#xE9;reo, entre outras &#xE9; o(a): DECEA.<br>509. Durante a viagem o comandante &#xE9; o respons&#xE1;vel pelos limites de voo, intervalos de pouso, limites de jornada e fornecimento de alimentos no que diz respeito: somente &#xE0; tripula&#xE7;&#xE3;o.<br>510. Ocorrendo o cruzamento de tr&#xEA;s ou mais fusos hor&#xE1;rios em um dos sentidos da viagem, o tripulante ter&#xE1;, na sua base domiciliar, por fuso cruzado, o repouso acrescido de: 2 horas.<br>511. Uma equipe, constitu&#xED;da basicamente de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples acrescida de um piloto qualificado como comandante, um mec&#xE2;nico de voo, quando o equipamento assim o exigir, e o m&#xED;nimo de 25% do n&#xFA;mero de comiss&#xE1;rios, denomina-se tripula&#xE7;&#xE3;o: composta.<br>512. No ano de 1969, com a finalidade de organizar as atividades necess&#xE1;rias ao funcionamento e ao desenvolvimento da avia&#xE7;&#xE3;o civil, foi institu&#xED;do o(a): Sistema de Avia&#xE7;&#xE3;o Civil.<br>513. A IATA &#xE9; uma associa&#xE7;&#xE3;o internacional sem fins lucrativos, mantida por cotas pagas pelos(as): empresas a&#xE9;reas associadas.<br>514. Se possuir no m&#xED;nimo um ano na fun&#xE7;&#xE3;o, as empresas de avia&#xE7;&#xE3;o poder&#xE3;o ter um ou mais comiss&#xE1;rio autorizado pela ANAC, para realizar internamente os exames pr&#xE1;ticos de outros comiss&#xE1;rios. Tal profissional denomina-se: examinador credenciado.<br>515. O anexo 13 da conven&#xE7;&#xE3;o da avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional est&#xE1; relacionado com: investiga&#xE7;&#xE3;o de acidentes aeron&#xE1;uticos.<br>516. Segundo a lei 7.183\/84, na transfer&#xEA;ncia permanente, o aeronauta deve ser notificado pelo empregador com anteced&#xEA;ncia m&#xED;nima de: 60 dias.<br>517. O limite, em horas, para o tempo de voo e para a jornada de trabalho de um aeronauta compondo uma tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento &#xE9; de, respectivamente: 15:00 e 20:00.<br>518. Para se formar uma tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento, dentre outras condi&#xE7;&#xF5;es, o acr&#xE9;scimo no n&#xFA;mero de comiss&#xE1;rios em rela&#xE7;&#xE3;o &#xE0; tripula&#xE7;&#xE3;o simples, ser&#xE1; de: 50%.<br>519. Por ato do empregador, nos 12 meses subsequentes ao per&#xED;odo aquisitivo, ser&#xE3;o concedidas: f&#xE9;rias.<br>520. Dentre os RBHA\/RBAC, aquele aplic&#xE1;vel aos requisitos para emiss&#xE3;o de licen&#xE7;as e certificados de comiss&#xE1;rios de voo &#xE9; o de n&#xFA;mero: 63.<br>521. Setor da ANAC, &#xFA;nico e centralizado, que tem a fun&#xE7;&#xE3;o de emitir certificado de matr&#xED;cula, de aeronavegabilidade e de nacionalidade para as aeronaves sujeitas &#xE0; legisla&#xE7;&#xE3;o: RAB.<br>522. Para efeito de remunera&#xE7;&#xE3;o, a hora noturna do aeronauta &#xE9; contada &#xE0; raz&#xE3;o de: 52min 30s.<br>523. As atividades de explora&#xE7;&#xE3;o do transporte a&#xE9;reo regular, n&#xE3;o regular ou de servi&#xE7;os especializados, s&#xE3;o considerados como servi&#xE7;os a&#xE9;reos: p&#xFA;blicos.<br>524. Segundo o CBA, a assist&#xEA;ncia, o salvamento e o abalroamento regem-se pela lei: do local onde ocorrerem.<br>525. Per&#xED;odo compreendido entre o in&#xED;cio do deslocamento da aeronave para decolagem, at&#xE9; o momento em que, estacionada, desliga seus motores &#xE9; a defini&#xE7;&#xE3;o de: hora de voo.<br>526. A preven&#xE7;&#xE3;o de acidentes aeron&#xE1;uticos &#xE9; responsabilidade de todas as pessoas, jur&#xED;dicas ou naturais, envolvidas com a fabrica&#xE7;&#xE3;o, manuten&#xE7;&#xE3;o, circula&#xE7;&#xE3;o e: opera&#xE7;&#xE3;o de aeronaves.<br>527. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento &#xE9; constitu&#xED;da basicamente de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples, acrescida de mais: 1 piloto em n&#xED;vel de comando, 1 co- piloto e 1 mec&#xE2;nico de voo, se o equipamento assim exigir, e 50% de comiss&#xE1;rios.<br>528. O neg&#xF3;cio jur&#xED;dico pelo qual o empregado se obriga, mediante o recebimento de remunera&#xE7;&#xE3;o, a prestar trabalho n&#xE3;o eventual, com subordina&#xE7;&#xE3;o, denomina-se contrato: de trabalho.<br>529. O limite de tempo de voo do tripulante, em avi&#xF5;es a jato, n&#xE3;o poder&#xE1; exceder em cada m&#xEA;s, trimestre ou ano, respectivamente a: 85 &#x2013; 230 &#x2013; 850 horas.<br>530. O tripulante n&#xE3;o poder&#xE1; ser escalado no per&#xED;odo noturno subsequente se, integrante de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples, o regresso de sua viagem se der entre 23:00 e 06:00 horas e tiver cumprido uma jornada de, pelo menos: 3 horas.<br>531. Segundo o CBA, al&#xE9;m da bagagem registrada, &#xE9; facultado ao passageiro portar objetos de uso pessoal, como bagagem: de m&#xE3;o.<br>532. Ainda que no gozo da validade do CHT ou CMA, caso apresente ind&#xED;cio comprometedor de suas aptid&#xF5;es f&#xED;sicas ou t&#xE9;cnicas, o seu titular poder&#xE1; ser: submetido a novos exames.<br>533. Est&#xE1;(&#xE3;o) entre as faculdades e fun&#xE7;&#xF5;es da assembleia da OACI: examinar os gastos e aprovar as contas da OACI.<br>534. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o composta pode ser utilizada em voo dom&#xE9;stico em fun&#xE7;&#xE3;o de atraso causado por condi&#xE7;&#xF5;es meteorol&#xF3;gicas ou por: trabalhos de manuten&#xE7;&#xE3;o.<br>535. Uma aeronave considerada desaparecida configura uma situa&#xE7;&#xE3;o tecnicamente denominada: acidente aeron&#xE1;utico.<br>536. No ano de 1944, foi assinada a conven&#xE7;&#xE3;o que gerou a Organiza&#xE7;&#xE3;o da Avia&#xE7;&#xE3;o Civil Internacional (OACI), denominada conven&#xE7;&#xE3;o de: Chicago.<br>537. O comandante da aeronave exerce a autoridade que lhe &#xE9; atribu&#xED;da pelo c&#xF3;digo brasileiro de aeron&#xE1;utica e por outras disposi&#xE7;&#xF5;es legais, sobre pessoas e coisas embarcadas: desde o momento em que se apresenta para o voo, at&#xE9; aquele em que entrega a aeronave, conclu&#xED;da a viagem.<br>538. De acordo com o CBA, uma aeronave privada brasileira estacionada no aeroporto de Londres, considera-se sujeita &#xE0;s leis: inglesas.<br>539. O aeronauta, integrante de uma tripula&#xE7;&#xE3;o composta, ter&#xE1; como dura&#xE7;&#xE3;o da jornada de trabalho: 14 horas.<br>540. O treinamento ministrado ao tripulante, para exercer sua fun&#xE7;&#xE3;o em aeronave considerada equivalente &#xE0;quela para a qual j&#xE1; &#xE9; qualificado, &#xE9; denominado: de diferen&#xE7;as.<br>541. Segundo o CBA, salvo a hip&#xF3;tese de estar a servi&#xE7;o do estado, a aeronave privada sujeita-se &#xE0;s leis do: estado em que se encontra.<br>542. Quando um tripulante for designado para curso fora da base, sua folga poder&#xE1; ser gozada nesse local, devendo a empresa assegurar, no seu regresso, uma licen&#xE7;a remunerada de um dia para cada: 15 dias fora da base.<br>543. Segundo o CBA, todas as despesas decorrentes de interrup&#xE7;&#xE3;o ou atraso de viagem, correm por conta do(a): transportador.<br>544. Comiss&#xE1;rios estrangeiros podem compor tripula&#xE7;&#xE3;o brasileira em voos internacionais, at&#xE9; o limite de: 1\/3 do total de comiss&#xE1;rios.<br>545. No cruzamento de 3 (tr&#xEA;s) ou mais fusos hor&#xE1;rios em um dos sentidos da viagem, o tripulante ter&#xE1;, na sua base domiciliar, o repouso acrescido de: 2 horas por fuso hor&#xE1;rio.<br>546. A conven&#xE7;&#xE3;o de avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional estabeleceu a organiza&#xE7;&#xE3;o internacional de avia&#xE7;&#xE3;o civil, composta de, al&#xE9;m dos &#xF3;rg&#xE3;os julgados necess&#xE1;rios: assembleia e conselho.<br>547. De acordo com o CBA, infringir regras, normas ou cl&#xE1;usulas de conven&#xE7;&#xF5;es ou atos internacionais, &#xE9; pass&#xED;vel de: multa.<br>548. Uma aeronave acidentada s&#xF3; poder&#xE1; ser vasculhada, sem a libera&#xE7;&#xE3;o da autoridade investigadora, quando: tal a&#xE7;&#xE3;o preservar a propriedade de terceiros.<br>549. Dentre os fatores contribuintes dos acidentes e incidentes aeron&#xE1;uticos e das ocorr&#xEA;ncias de solo podemos citar os fatores humanos, os materiais e os: operacionais.<br>550. O objetivo principal das investiga&#xE7;&#xF5;es de acidentes aeron&#xE1;uticos &#xE9; a: preven&#xE7;&#xE3;o de acidentes.<br>551. Segundo o CBA, cessada a validade do Certificado M&#xE9;dico Aeron&#xE1;utico, seu titular ficar&#xE1;, em rela&#xE7;&#xE3;o ao exerc&#xED;cio de sua fun&#xE7;&#xE3;o: impedido.<br>552. O limite de pousos por jornada, para uma tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento, &#xE9; de: 4.<br>553. Em um voo realizado entre 22:00 horas e 06:00 horas, o tripulante ter&#xE1; direito a uma refei&#xE7;&#xE3;o, se a dura&#xE7;&#xE3;o do mesmo for igual ou superior a: 3 horas.<br>554. Segundo o c&#xF3;digo brasileiro de aeron&#xE1;utica, o Brasil exerce: total soberania sobre o espa&#xE7;o a&#xE9;reo acima do seu territ&#xF3;rio.<br>555. Segundo o CBA, adiar ou suspender a partida de uma aeronave, quando julgar indispens&#xE1;vel &#xE0; seguran&#xE7;a do voo, &#xE9; prerrogativa do: comandante.<br>556. Tripula&#xE7;&#xE3;o determinada na forma da certifica&#xE7;&#xE3;o de tipo de aeronave e constante do seu manual de opera&#xE7;&#xE3;o: m&#xED;nima.<br>557. Alijar a carga ou parte dela, quando indispens&#xE1;vel &#xE0; seguran&#xE7;a de voo, est&#xE1; entre as responsabilidades do comandante, previstas no(a): CBA.<br>558. Superintend&#xEA;ncia da ANAC, respons&#xE1;vel pela emiss&#xE3;o de licen&#xE7;as e certificados de habilita&#xE7;&#xE3;o de aeronautas: padr&#xF5;es operacionais.<br>559. As atividades que, por sua natureza ou m&#xE9;todo de trabalho, impliquem o contato permanente com inflam&#xE1;veis ou explosivos em condi&#xE7;&#xF5;es de risco acentuado, resultam no pagamento de adicional de: periculosidade.<br>560. O documento formal destinado ao registro e divulga&#xE7;&#xE3;o de informa&#xE7;&#xF5;es preliminares referentes a um acidente aeron&#xE1;utico, denomina-se: relat&#xF3;rio preliminar.<\/p>\n<p>561. Para o tripulante, o limite m&#xE1;ximo de horas voadas, por ano, em avi&#xF5;es a jato, &#xE9; de: 850 horas.<br>562. A conven&#xE7;&#xE3;o de avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional, ocorrida em Chicago no ano de 1944, &#xE9; aplic&#xE1;vel a aeronaves: civis.<br>563. Dentre os eventos que podem, a crit&#xE9;rio do comandante, ampliar os limites da jornada de trabalho da tripula&#xE7;&#xE3;o, podemos citar o(a): imperiosa necessidade.<br>564. Tripulante, auxiliar do comandante, encarregado do cumprimento das normas relativas &#xE0; seguran&#xE7;a e da guarda de valores confiados a ele pelo pr&#xF3;prio comandante: comiss&#xE1;rio.<br>565. A amplia&#xE7;&#xE3;o do limite de horas trabalhadas deve ser comunicada pelo comandante ao empregador, ap&#xF3;s a viagem, em at&#xE9;: 24 horas.<br>566. Os limites m&#xE1;ximos de trabalho, semanais e mensais do aeronauta s&#xE3;o, respectivamente: 60 e 176 horas.<br>567. O &#xF3;rg&#xE3;o normativo e regulador do Sistema de Avia&#xE7;&#xE3;o Civil &#xE9; o(a): ANAC.<br>568. Tipo de tripula&#xE7;&#xE3;o que pode ser utilizada em voos dom&#xE9;sticos para atender a atrasos ocasionados por condi&#xE7;&#xF5;es meteorol&#xF3;gicas desfavor&#xE1;veis ou por trabalhos de manuten&#xE7;&#xE3;o: composta.<br>569. De acordo com o regulamento em vigor, o exame de compet&#xEA;ncia para comiss&#xE1;rios rec&#xE9;m-contratados e sem experi&#xEA;ncia na fun&#xE7;&#xE3;o, ser&#xE1; realizado por: INSPAC ou examinador credenciado.<br>570. O civil ou militar da reserva de for&#xE7;a armada ou for&#xE7;a auxiliar brasileira, que concluiu o m&#xF3;dulo de investiga&#xE7;&#xE3;o de seguran&#xE7;a de voo, &#xE9; denominado: ASV.<br>571. Se integrante de uma tripula&#xE7;&#xE3;o composta, o aeronauta tem como limite de voo e de pouso: 12 horas e 6 pousos.<br>572. O RBAC aplic&#xE1;vel &#xE0;s opera&#xE7;&#xF5;es dom&#xE9;sticas, de bandeira e suplementares &#xE9; o de n&#xFA;mero: 121.<br>573. Os limites de hora de voo e pousos permitidos para a jornada de uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples s&#xE3;o de: 9 horas e 30 minutos de voo e 5 pousos.<br>574. A tripula&#xE7;&#xE3;o simples, acrescida de um piloto em n&#xED;vel de comando, de um mec&#xE2;nico de voo (quando necess&#xE1;rio) e, no m&#xED;nimo, de 25% do n&#xFA;mero de comiss&#xE1;rios, &#xE9; denominada: composta.<br>575. Para que uma tripula&#xE7;&#xE3;o tenha um repouso m&#xED;nimo de 16 (dezesseis) horas, dever&#xE1; ter cumprido jornada de, no m&#xE1;ximo: 15 horas.<br>576. Sobreaviso &#xE9; o per&#xED;odo de tempo em que o aeronauta fica em local de sua escolha e &#xE0; disposi&#xE7;&#xE3;o da empresa. Tal programa&#xE7;&#xE3;o deve constar da escala e n&#xE3;o poder&#xE1; ser superior a: 12 horas.<br>577. O documento destinado &#xE0; divulga&#xE7;&#xE3;o da conclus&#xE3;o e das medidas recomendadas intitula-se relat&#xF3;rio: final.<br>578. Para ter um repouso de 24 horas, a tripula&#xE7;&#xE3;o deve ter cumprido uma jornada superior a: 15 horas.<br>579. Ap&#xF3;s cumprir uma jornada de 6 horas, o tripulante observar&#xE1; repouso de, no m&#xED;nimo: 12 horas.<br>580. Segundo o C&#xF3;digo Brasileiro de Aeron&#xE1;utica, toda &#xE1;rea destinada a pouso, decolagem e movimenta&#xE7;&#xE3;o de aeronaves denomina-se: aer&#xF3;dromo.<br>581. O comandante poder&#xE1; delegar as atribui&#xE7;&#xF5;es que lhe competem, exceto aquelas referentes ao(&#xE0;): seguran&#xE7;a de voo.<br>582. O RBHA 63, ou seu suced&#xE2;neo RBAC, &#xE9; o documento que normatiza a emiss&#xE3;o de licen&#xE7;as e certificados para: comiss&#xE1;rios de voo e mec&#xE2;nicos de voo.<br>583. Segundo a lei 7.183\/84, o tempo gasto no transporte terrestre entre o local de repouso ou da apresenta&#xE7;&#xE3;o, e vice-versa, ainda que em condu&#xE7;&#xE3;o fornecida pela empresa, na base do aeronauta ou fora dela: n&#xE3;o ser&#xE1; computado como de trabalho.<br>584. Segundo o CBA, desobedecer &#xE0;s determina&#xE7;&#xF5;es da autoridade ou prestar- lhe informa&#xE7;&#xF5;es falsas, sujeita aeronautas, aerovi&#xE1;rios e operadores de aeronaves &#xE0;: multa.<br>585. De acordo com a lei 7.183\/84 (do aeronauta), a folga dever&#xE1; ocorrer, no m&#xE1;ximo, ap&#xF3;s o: 6&#xB0; per&#xED;odo consecutivo de 24 horas.<br>586. O aeronauta que exceder, fora dos casos previstos em lei, os limites de horas de trabalho ou de voo, cometer&#xE1; infra&#xE7;&#xE3;o prevista no CBA, cuja san&#xE7;&#xE3;o ser&#xE1;: multa.<br>587. Ressalvados os casos previstos no CBA, a profiss&#xE3;o de aeronauta &#xE9; privativa de: brasileiros.<br>588. A pessoa civil qualificada pelo CENIPA, designada pela empresa para exercer fun&#xE7;&#xF5;es espec&#xED;ficas de preven&#xE7;&#xE3;o e de investiga&#xE7;&#xE3;o de acidentes e incidentes aeron&#xE1;uticos, no &#xE2;mbito da empresa, d&#xE1;-se o nome: ASV.<br>589. Segundo a lei 7.183\/84, em voos internacionais de longo curso, que n&#xE3;o tenham sido programados, em que sejam extrapolados os limites para concess&#xE3;o de folga, obrigam o empregador a conceder, al&#xE9;m do repouso regulamentar: 48 horas de folga.<br>590. Ap&#xF3;s uma jornada de 7 horas est&#xE1; previsto, em lei, repouso de: 12 horas.<br>591. Sendo vedada sua explora&#xE7;&#xE3;o comercial, os aer&#xF3;dromos privados s&#xF3; poder&#xE3;o ser utilizados com autoriza&#xE7;&#xE3;o do(a): seu propriet&#xE1;rio.<br>592. Aparelho manobr&#xE1;vel em voo, que, al&#xE9;m de sustentar-se e circular no espa&#xE7;o a&#xE9;reo, tamb&#xE9;m transporta pessoas ou coisas, &#xE9; o conceito de: aeronave.<br>593. O tempo para alimenta&#xE7;&#xE3;o, assegurada ao tripulante quando em terra, dever&#xE1; ter a dura&#xE7;&#xE3;o de, no m&#xE1;ximo: 60 minutos.<br>594. Quando acrescido &#xE0; uma tripula&#xE7;&#xE3;o simples, o comiss&#xE1;rio tem, assegurado pelo empregador, direito ao(a): poltrona reclin&#xE1;vel.<br>595. Uma jornada ser&#xE1; considerada encerrada: 30 minutos ap&#xF3;s a parada dos motores.<br>596. Caber&#xE1; a empresa pagar ao empregado a remunera&#xE7;&#xE3;o, em caso de afastamento da atividade por motivo de doen&#xE7;a, durante os primeiros: 15 dias.<br>597. Uma tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento cumprir&#xE1; jornada m&#xE1;xima de: 20 horas.<br>598. O aeronauta n&#xE3;o poder&#xE1; ser escalado no per&#xED;odo noturno subsequente se tiver cumprido, pelo menos, 3 horas de jornada entre: 23:00 e 06:00 horas.<br>599. Per&#xED;odo de tempo em que o aeronauta permanece, por determina&#xE7;&#xE3;o do empregador, em local de trabalho &#xE0; sua disposi&#xE7;&#xE3;o. Tal &#xE9; a defini&#xE7;&#xE3;o de: reserva.<br>600. Os limites de 100, 270 e 1000 horas em cada m&#xEA;s, trimestre ou ano, respectivamente, aplicam-se &#xE0;s opera&#xE7;&#xF5;es em aeronaves: convencionais.<\/p>\n<p>601. A lei 7.565 de dezembro de 1986 &#xE9; a que disp&#xF5;e sobre o(a): c&#xF3;digo brasileiro do ar. 602. As empresas brasileiras que operam em linhas internacionais poder&#xE3;o utilizar comiss&#xE1;rios estrangeiros, desde que n&#xE3;o excedam a: 1\/3 dos comiss&#xE1;rios a bordo da aeronave.<br>603. De acordo com a lei do aeronauta, o repouso est&#xE1; ligado &#xE0; dura&#xE7;&#xE3;o da jornada. Sendo assim, ap&#xF3;s 17 horas de jornada, o repouso durar&#xE1;, no m&#xED;nimo: 24 horas.<br>604. Indique a sigla do &#xF3;rg&#xE3;o vinculado &#xE0; Secretaria de Avia&#xE7;&#xE3;o Civil que, entre outras fun&#xE7;&#xF5;es, normatiza as quest&#xF5;es relativas &#xE0; avia&#xE7;&#xE3;o comercial: ANAC.<br>605. A Superintend&#xEA;ncia de Rela&#xE7;&#xF5;es Internacionais (SRI) &#xE9; o &#xF3;rg&#xE3;o da ANAC que tem por finalidade: estudar, planejar, orientar e coordenar os assuntos relativos &#xE0; avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional.<br>606. Os limites da jornada de trabalho, poder&#xE3;o ser ampliados em 60 minutos, a crit&#xE9;rio exclusivo do(a): comandante.<br>607. Associa&#xE7;&#xE3;o de empresas de transporte fundada em abril de 1945 na cidade de Havana: IATA.<br>608. O documento pelo qual o empres&#xE1;rio se obriga a transportar passageiros, bagagens, cargas, encomendas ou malas postais, por meio de aeronaves e mediante pagamento, &#xE9; o(a): contrato de transporte a&#xE9;reo.<br>609. Quando n&#xE3;o houver disponibilidade de transporte ao t&#xE9;rmino da jornada, o per&#xED;odo de repouso dos tripulantes ser&#xE1; computado a partir do momento em que o(a): transporte esteja &#xE0; disposi&#xE7;&#xE3;o da tripula&#xE7;&#xE3;o.<br>610. Os anexos &#xE0; conven&#xE7;&#xE3;o de Chicago definem normas t&#xE9;cnicas padronizadas para disciplinar o exerc&#xED;cio de transporte a&#xE9;reo. Os pa&#xED;ses membros que por motivos t&#xE9;cnicos ou discord&#xE2;ncia de legisla&#xE7;&#xE3;o interna n&#xE3;o puderem cumpri-las, dever&#xE3;o levar o fato ao conhecimento dos demais membros, atrav&#xE9;s da apresenta&#xE7;&#xE3;o de: diferen&#xE7;as.<br>611. Se o tripulante ficar incapacitado fisicamente, em condi&#xE7;&#xE3;o permanente, ele ter&#xE1; seu(sua): certificado cassado.<br>612. Para aeronaves de asas rotativas, o tempo de voo &#xE9; definido como sendo o per&#xED;odo compreendido entre o(a): partida e o corte dos motores.<br>613. A legisla&#xE7;&#xE3;o que se aplica a todos os aeronautas nacionais e estrangeiros, em todo territ&#xF3;rio nacional, assim como no exterior, at&#xE9; onde for admitida a sua extraterritorialidade, &#xE9; o(a): C&#xF3;digo Brasileiro de Aeron&#xE1;utica.<br>614. A dura&#xE7;&#xE3;o m&#xE1;xima da jornada de trabalho do aeronauta, integrante de uma tripula&#xE7;&#xE3;o de revezamento, &#xE9; de: 20 horas.<br>615. O documento que cont&#xE9;m normas e procedimentos internacionalmente aceitos para investiga&#xE7;&#xE3;o de acidentes e incidentes aeron&#xE1;uticos &#xE9; o(a): anexo 13 da OACI.<br>616. Treinamento requerido para um tripulante que foi qualificado e trabalhou em um particular tipo de aeronave, para trabalhar na mesma fun&#xE7;&#xE3;o em uma particular variante do mesmo tipo de aeronave: diferen&#xE7;as.<br>617. Mensalmente, o n&#xFA;mero de folgas do aeronauta n&#xE3;o poder&#xE1; ser inferior a: 8. 618. Os aspectos b&#xE1;sicos relacionados &#xE0; atividade aeron&#xE1;utica, conhecidos como fatores contribuintes nos acidentes ou incidentes aeron&#xE1;uticos, s&#xE3;o conhecidos por: humanos, materiais e operacionais.<br>619. A situa&#xE7;&#xE3;o em que o aeronauta permanece em local de sua escolha, &#xE0; disposi&#xE7;&#xE3;o do empregador, denomina-se: sobreaviso.<\/p>\n<p>620. O trabalho realizado pelo tripulante, desde a sa&#xED;da de sua base at&#xE9; o retorno &#xE0; mesma, denomina-se: viagem.<br>621. As empresas brasileiras que operam em linhas internacionais poder&#xE3;o utilizar comiss&#xE1;rios estrangeiros, desde que estes n&#xE3;o excedam, com rela&#xE7;&#xE3;o aos existentes a bordo, a(&#xE0;): um ter&#xE7;o.<br>622. Treinamento requerido para tripulantes que j&#xE1; tenham sido qualificados e trabalhado na mesma fun&#xE7;&#xE3;o em outro tipo de aeronave do mesmo grupo, &#xE9; a defini&#xE7;&#xE3;o de: transi&#xE7;&#xE3;o. 623. O grupo de pessoas designadas para investigar um acidente aeron&#xE1;utico espec&#xED;fico, devendo sua composi&#xE7;&#xE3;o ser adequada &#xE0;s caracter&#xED;sticas deste acidente, denomina-se: Comiss&#xE3;o de Investiga&#xE7;&#xE3;o.<br>624. Toda ocorr&#xEA;ncia relacionada com uma aeronave em voo, que resulte na morte de um de seus tripulantes, configura um(a): acidente aeron&#xE1;utico.<br>625. De acordo com o artigo 2&#xB0; da conven&#xE7;&#xE3;o de avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional, considera-se territ&#xF3;rio de um estado toda sua extens&#xE3;o terrestre, bem como: as &#xE1;guas territoriais adjacentes.<br>626. Estimular o desenvolvimento de aerovias, aeroportos e facilidades para a navega&#xE7;&#xE3;o a&#xE9;rea na avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional, est&#xE1; entre os objetivos da: OACI. 627. Pessoa f&#xED;sica que presta servi&#xE7;o de natureza continuada ao<br>empregador, sob a depend&#xEA;ncia deste e mediante sal&#xE1;rio, segundo a CLT: empregado.<br>628. A fun&#xE7;&#xE3;o remunerada a bordo de aeronaves civis nacionais &#xE9; reservada a: brasileiros natos ou naturalizados.<br>629. A licen&#xE7;a do tripulante e os certificados de habilita&#xE7;&#xE3;o t&#xE9;cnica ser&#xE3;o concedidos, na forma da regulamenta&#xE7;&#xE3;o espec&#xED;fica, pelo(a): autoridade de avia&#xE7;&#xE3;o civil.<br>630. &#xD3;rg&#xE3;o permanente da OACI, respons&#xE1;vel perante a assembleia e composto de 36 membros, eleitos pela mesma assembleia: conselho. 631. Impedir ou dificultar a a&#xE7;&#xE3;o dos agentes p&#xFA;blicos, devidamente credenciados e no exerc&#xED;cio da fun&#xE7;&#xE3;o, &#xE9; infra&#xE7;&#xE3;o prevista no CBA e que pode resultar em: multa.<br>632. Uma aeronave acidentada poder&#xE1; ser vasculhada, sem que haja a libera&#xE7;&#xE3;o pela autoridade investigadora, quando: for para o salvamento de vidas.<br>633. Toda &#xE1;rea destinada ao pouso, decolagem e movimenta&#xE7;&#xE3;o de aeronaves &#xE9; denominada: aer&#xF3;dromo.<br>634. Fora de sua base, caso n&#xE3;o haja transporte dispon&#xED;vel, a contagem do per&#xED;odo de repouso do tripulante ser&#xE1; iniciada: a partir da disponibilidade do transporte.<br>635. O profissional que tem entre suas atribui&#xE7;&#xF5;es verificar a profici&#xEA;ncia t&#xE9;cnica dos aeronautas, o treinamento e aperfei&#xE7;oamento do pessoal, inspecionar aeronaves, oficinas de manuten&#xE7;&#xE3;o, empresas e escolas, visando &#xE0; opera&#xE7;&#xE3;o segura, eficiente e ordenada, denomina-se: INSPAC.<br>636. O aeronauta de sobreaviso, dever&#xE1; apresentar-se no aeroporto, ap&#xF3;s receber comunica&#xE7;&#xE3;o, em at&#xE9;: 90 minutos.<br>637. Planejar, orientar, coordenar, controlar e executar atividades de investiga&#xE7;&#xE3;o e preven&#xE7;&#xE3;o de acidentes aeron&#xE1;uticos &#xE9; compet&#xEA;ncia do(a): SIPAER.<br>638. Toda ocorr&#xEA;ncia anormal com a opera&#xE7;&#xE3;o de uma aeronave, havendo inten&#xE7;&#xE3;o de voo, que n&#xE3;o resulte em danos humanos ou materiais, &#xE9; considerada um(a): incidente aeron&#xE1;utico.<br>639. Publica&#xE7;&#xF5;es de car&#xE1;ter t&#xE9;cnico, atrav&#xE9;s dos quais a OACI apresenta aos estados contratantes as normas internacionais e os processos recomendados: anexos.<br>640. Desenvolver os princ&#xED;pios e a t&#xE9;cnica da navega&#xE7;&#xE3;o a&#xE9;rea internacional, al&#xE9;m de favorecer o estabelecimento e estimular o desenvolvimento de transportes a&#xE9;reos internacionais, s&#xE3;o objetivos do(a): OACI.<br>641. As aeronaves empregadas no servi&#xE7;o p&#xFA;blico de pa&#xED;ses estrangeiros, para trafegarem no espa&#xE7;o a&#xE9;reo brasileiro: dependem de autoriza&#xE7;&#xE3;o das autoridades brasileiras.<br>642. Incentivar a t&#xE9;cnica de desenhar aeronaves e sua opera&#xE7;&#xE3;o para fins pac&#xED;ficos est&#xE1; entre os objetivo expressos na conven&#xE7;&#xE3;o do(a): OACI.<br>643. A responsabilidade pela obten&#xE7;&#xE3;o e atualiza&#xE7;&#xE3;o do Certificado M&#xE9;dico Aeron&#xE1;utico (CMA) &#xE9; do(a): aeronauta.<br>644. Segundo a Lei 7.183\/84 (do aeronauta), dentre as situa&#xE7;&#xF5;es que podem ensejar a amplia&#xE7;&#xE3;o de uma jornada de trabalho, podemos citar a inexist&#xEA;ncia de: acomoda&#xE7;&#xF5;es apropriadas para passageiros e tripulantes.<br>645. Os atos que, originados de aeronave, ainda que iniciados em territ&#xF3;rio estrangeiro, produzirem efeitos no Brasil, regem-se pelas leis: do Brasil.<br>646. O direito aeron&#xE1;utico, no Brasil, &#xE9; regulado pelos tratados, conven&#xE7;&#xF5;es e atos internacionais de que o pa&#xED;s seja parte, e pelo(a)(s): C&#xF3;digo Brasileiro de Aeron&#xE1;utica. 647. De acordo com o disposto na conven&#xE7;&#xE3;o de avia&#xE7;&#xE3;o civil internacional, as normas e recomenda&#xE7;&#xF5;es nela estabelecidas ser&#xE3;o aplicadas somente &#xE0;s aeronaves: civis.<br>648. A dura&#xE7;&#xE3;o da jornada de trabalho do aeronauta, integrante de uma tripula&#xE7;&#xE3;o composta, ser&#xE1; de: 14 horas.<br>649. O n&#xFA;mero m&#xE1;ximo de sobreavisos a que o aeronauta poder&#xE1; concorrer &#xE9;: 2 semanais ou 8 mensais.<br>650. Segundo a Lei 7.565\/86 (C&#xF3;digo Brasileiro de Aeron&#xE1;utica), o transporte dom&#xE9;stico implica que estejam situados em territ&#xF3;rio nacional o(s) ponto(s) de: partida, intermedi&#xE1;rios e de destino.<br>651. As empresas de manuten&#xE7;&#xE3;o, a ind&#xFA;stria aeron&#xE1;utica e as empresas de transporte a&#xE9;reo, em rela&#xE7;&#xE3;o ao sistema de avia&#xE7;&#xE3;o civil, s&#xE3;o: elos executivos. 652. O aeronauta de empresa de transporte a&#xE9;reo regular que se desloca, a servi&#xE7;o desta, sem exercer fun&#xE7;&#xE3;o a bordo da aeronave, tem a designa&#xE7;&#xE3;o de: tripulante extra.<br>653. A folga do aeronauta tem in&#xED;cio: ap&#xF3;s a conclus&#xE3;o do repouso.<br>654. (NOVA LEI) Sempre que se iniciar ou finalizar uma programa&#xE7;&#xE3;o de voo em aeroporto situado a mais de 50 quil&#xF4;metros de dist&#xE2;ncia do aeroporto definido como base contratual, ser&#xE1; fornecido ao tripulante: transporte gratuito.<br>655. (NOVA LEI) Ser&#xE1; fornecido transporte gratuito ao tripulante, pelo empregador, nas seguintes situa&#xE7;&#xF5;es: quando se iniciar ou finalizar uma programa&#xE7;&#xE3;o em aeroporto situado a mais de 50 quil&#xF4;metros do aeroporto definido como base contratual.<\/p>\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/simulados_CMS_pdf\/?utm_source=Blog_Sidebar_PDF_CMS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"725\" height=\"887\" src=\"https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Untitled.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1916\" style=\"width:336px;height:411px\" srcset=\"https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Untitled.png 725w, https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Untitled-245x300.png 245w\" sizes=\"auto, (max-width: 725px) 100vw, 725px\"\/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full is-resized\"><a href=\"https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/simulados_CMS_pdf\/?utm_source=Blog_Sidebar_PDF_CMS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"111\" src=\"https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Botao-clique-aqui-1.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1868\" style=\"width:259px;height:72px\" srcset=\"https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Botao-clique-aqui-1.png 400w, https:\/\/simuladosanac.com\/blog\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/Botao-clique-aqui-1-300x83.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\"\/><\/a><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>RESUM\u00c3O &#8211; REGULAMENTA\u00c7\u00c3O DA AVIA\u00c7\u00c3O CIVIL E DA PROFISS\u00c3O DO AERONAUTA Resumo com base nas principais perguntas que j\u00e1 ca\u00edram na banca da ANAC. 1. 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